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É de Chuá! | |
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É de Chuá! (bra) | |
![]() 1958 • p&b • 100 min | |
Gênero | musical, comédia |
Direção | Victor Lima |
Produção | Herbert Richers Oswaldo Massaini |
Roteiro | Haroldo Barbosa Victor Lima Sérgio Porto Renato Restier J.B. Tanko |
Elenco | Ankito Grande Otelo Renata Fronzi |
Lançamento | 27 de janeiro de 1958 |
Idioma | português |
É de Chuá! é um filme de comédia musical brasileiro de 1958, dirigido por Victor Lima para a Cinedistri.[1]
Com cenas de bailes de Carnaval no Municipal no Rio de Janeiro, vários números musicais se sucedem, apresentados pelos cantores e sambistasNelson Gonçalves, Jamelão e Agostinho dos Santos (acompanhados do Conjuto Marabá), Emilinha Borba, a dupla de palhaços Carequinha e Fred (com Altamiro Carrilho), Linda Batista, Dircinha Batista, Bill Farr (que também atua) , Neusa Maria, Ruy Rey e Orquestra, Jorge Goulart, Joel de Almeida (acompanhado de Jupira e suas cabrochas), Trio de Ouro, Carlos Augusto e Gilberto Alves.
Os vigaristas do subúrbio carioca Maria Xangai e Juca Moleza armam um plano para se passarem por pessoas ricas, o senhor e a Madame Caxangai, e atraírem um joalheiro para uma "festa da sociedade" numa mansão que alugam. Dois investigadores da Polícia desconfiam dos novos ricaços e se infiltram entre eles para descobrir quem são na verdade. Enquanto isso, os sambistas Peteleco e Laurindo precisam de 80 mil cruzeiros ("80 contos") para pagar as fantasias de carnaval que devem ao dono da Gafieira, Joaquim. Ao saberem dos "ricos", a dupla vai até lá solicitar uma doação em dinheiro para a Escola de Samba. Mas depois, ao cobrarem o pagamento dos vigaristas, Peteleco acaba engolindo um valioso brilhante do joalheiro, que pensara ser uma bala. O sambista passa então a ser perseguido pelos bandidos, pelo joalheiro, pelo médico atrapalhado que mandara chamar e também por Joaquim, todos querendo recuperar a joia à força.