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Anna Freud | |
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![]() Anna Freud em 1957.
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Nascimento | 3 de dezembro de 1895 Viena, Áustria-Hungria |
Morte | 09 de outubro de 1982 (86 anos) Londres, Inglaterra |
Nacionalidade | ![]() |
Etnia | Judia |
Progenitores | Mãe: Martha Bernays Pai: Sigmund Freud |
Parentesco | irmã de Mathilde, Jean-Martin, Oliver, Ernst e Sophie, Companheira de Dorothy Burlingham |
Ocupação | Psiquiatra, Psicanalista e escritora |
Magnum opus | Introdução à thechnica da analyse infantil (1934) |
Anna Freud (Viena, Áustria, 3 de dezembro de 1895 — Londres, 9 de outubro de 1982) foi uma psicanalista, filha de Sigmund Freud.
Foi a sexta e última filha do casal Sigmund e Martha Freud. Analisada pelo próprio pai, Anna focou seu estudo principalmente no tratamento de crianças.
Teve várias divergências com Melanie Klein, psicanalista dissidente do freudismo ortodoxo, que fundou a escola inglesa.
Anna Freud, pedagoga de formação, exerceu essa profissão nos anos de 1914 a 1920. E por um curto período de tempo foi professora infantil, e logo se juntou ao círculo de discípulos de Freud, e então se tornou Psicanalista, com o seu tratamento voltado para crianças, sendo a pioneira nesta área, e estabeleceu clínicas e berçários para crianças que eram vitimas da guerra, sobreviventes do holocausto, ou que estavam sendo atormentadas pelas suas vidas.
Na área da analise infantil Anna Freud aprofundou-se definitivamente nos anos de 1926 e 1927, com o seu livro, O tratamento psicanalítico de crianças, considerada sua obra principal. Mesmo se deslocando da pratica pedagógica para a analítica, Anna Freud continuou a dar importância para a observação direta do comportamento, entretanto passando a ser o tratamento com crianças.
Freud guiou os estudos de Anna, e assim ela acabou se tornando a fiel escudeira intelectual do pai, mas o seu próprio trabalho demonstrou como o trabalho de Freud poderia ganhar novos horizontes de expansão. E foi Anna que estudou a fundo o período da infância e as crianças, sendo que Freud havia fundado interpretações tão facetadas, fundamentados em memórias clinicas de pacientes adultos (Hall, et al, 2000, p. 155).
Foi a primeira a dar ênfase ao ego na personalidade. Não rejeitando as forças do id e as restrições do superego, Anna Freud concebeu o ego humano com certa funcionalidade pró-ativa e independente. Ela também é responsável pelo estudo dos mecanismos de defesa, tema sobre o qual ela estudou mais a fundo.