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Atentados em Timor-Leste em 2008 | |
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Presidente José Ramos-Horta | |
Data | 11 de fevereiro de 2008 |
Tipo de ataque | Ataque a tiros |
Alvo(s) | José Ramos-Horta Xanana Gusmão |
Mortes | 2 |
Feridos | 1 |
Vítimas | Alfredo Reinado Leopoldino Mendonça Exposto |
Responsável(is) | Grupo de soldados rebeldes liderados por Alfredo Reinado |
Os atentados em Timor-Leste em 2008 ocorreram quando soldados rebeldes timorenses invadiram as residências do presidente e do primeiro-ministro de Timor-Leste em 11 de fevereiro de 2008, conduzindo a um tiroteio que provocou um ferimento grave no presidente José Ramos-Horta, um disparo contra o carro do primeiro-ministro Xanana Gusmão e um tiro fatal contra o líder rebelde Alfredo Reinado. Os ataques foram diversas vezes interpretados como tentativas de assassinato, tentativas de sequestros e uma tentativa de golpe de Estado. As intenções dos rebeldes permanecem desconhecidas.[1]
Depois de ter sido hospitalizado em Darwin, na Austrália, durante mais de um mês, Ramos-Horta recebeu alta do hospital no dia 19 de março, mas manteve-se em Darwin até abril em continuidade ao tratamento.[2]
Os ataques iniciaram antes do amanhecer, quando os soldados rebeldes liderados por Alfredo Reinado entraram no complexo residencial do Presidente José Ramos-Horta na capital Díli. Eles desarmaram a equipe de segurança de plantão e entraram no complexo. Ramos-Horta não estava lá, estava fora correndo na praia. A segunda equipe de segurança, chegando para substituir a equipe noturna, viu Reinado na casa e abriu fogo, matando-o com um tiro na cabeça. Outro rebelde, Leopoldino Mendonça Exposto, também foi morto.[3]
Ramos-Horta foi alertado sobre o tiroteio, mas caminhou de volta da colina para sua casa. Os homens de Reinado abriram fogo contra ele enquanto se aproximava de sua casa. Um dos guardas de Ramos-Horta o empurrou, tomando sua frente como um escudo humano. O guarda foi baleado e levado para um hospital em estado grave. Os rebeldes sobreviventes fugiram do local.[4]
O primeiro-ministro Xanana Gusmão foi alertado do ataque à casa presidencial e deixou sua casa de carro para Díli. Um grupo de soldados rebeldes sob o comando do tenente Gastão Salsinha invadiu a casa de Gusmão, encontrando apenas a esposa Kirsty Sword Gusmão e os filhos de Gusmão. Outro grupo de rebeldes atirou nos pneus do carro de Gusmão em seu trajeto para Díli, porém o carro continuou por uma certa distância antes de Gusmão, ileso,[5] abandoná-lo e fugir para uma mata para pedir ajuda.[1]
Gusmão declarou um estado de emergência de 48 horas, incluindo um toque de recolher e à proibição de realização de reuniões ou comícios, [6] e descreveu os eventos como uma tentativa de golpe. Ramos-Horta foi levado para Darwin, na Austrália, para uma cirurgia de emergência.[7]
Ramos-Horta tinha encontrado Reinado várias vezes nos meses que antecederam os ataques, tentando convencê-lo a render-se.[8] O encontro mais recente, no domingo anterior, foi relatado por ter terminado acrimoniosamente.[9]
What the rebels' intention was remains unknown.