No mundo moderno, Burial (músico) ganhou uma relevância sem precedentes em diversas áreas da sociedade. Desde o seu impacto na economia até à sua influência na cultura e na política, Burial (músico) tornou-se um tema de interesse constante para pessoas de todas as idades e origens. Neste artigo, exploraremos exaustivamente as diversas dimensões de Burial (músico), analisando a sua evolução ao longo do tempo e o seu impacto no mundo de hoje. Desde as suas origens até à sua relevância hoje, Burial (músico) deixou uma marca indelével na história da humanidade e a sua presença continua a moldar o curso da nossa sociedade.
Burial | |
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Informações gerais | |
Nome completo | William Bevan |
Também conhecido(a) como | Burial, Flame 1, Flame 2 |
Nascimento | Londres, Inglaterra, ![]() |
Gênero(s) | future garage, ambient, techno, experimental |
Ocupação | produtor musical |
Instrumento(s) | PC, piano, sintetizador |
Período em atividade | 2001 - atualmente |
Gravadora(s) | Hyperdub |
Afiliação(ões) | Four Tet, Thom Yorke, Massive Attack, Zomby, Bloc Party, Jamie Woon, Commix, Goldie, Luke Slater, Charles Webster, Mønic, Blackdown, El-B, Breakage, Kode9 |
Página oficial | hyperdub.net/burial.html |
William Bevan, conhecido popularmente como Burial (agosto, 1979), é um músico de Londres, Inglaterra, que produz música eletrônica nos estilos future garage, techno, ambient e experimental. É reconhecido como o pai do future garage e um dos pioneiros do gênero eletrônico dubstep, mesmo possuindo uma identidade bem distinta do que é popularmente conhecido como dubstep atualmente.
No início de sua carreira, suas faixas eram construídas em softwares simples (como Sound Forge, por exemplo), limitados em recursos e efeitos sonoros. Os blocos percussivos são baseados no subgênero 2-step, podendo ser assimilado ao house. Algumas faixas, como Broken Home, não seguem padrões ritmicos convencionais[1]. Atualmente, o digital audio workstation (DAW) utilizado por Burial é desconhecido, mas fãs especulam que possa ser o Ableton Live ou também, Logic X, já que uma evolução técnica de qualidade de mixagem e masterização é perceptível em suas músicas mais recentes.
Burial possui uma identidade misteriosa, não somente por ter pouquíssimas fotos divulgadas de forma oficial, mas por manter sua vida pessoal estritamente privada, seu reconhecimento musical começou que com seu álbum auto-intitulado de estreia, Burial, de 2006[2]. A revista The Wire o nomeou o álbum do ano[3]. O disco também apareceu nas listas de melhores de 2006 da Mixmag (5º lugar)[4] e, The Observer Music Monthly (19ª posição)[5] do The Guardian.
O segundo álbum do Burial, Untrue, de 2007, também foi aclamado pela crítica, sendo o segundo álbum mais bem cotado, de acordo com a análise do site Metacritic[6]. E, foi selecionado para concorrer ao Mercury Prize de 2008[7], sendo um dos favoritos daquele ano, mesmo concorrendo com artistas como Radiohead e The Last Shadow Puppets[8][9][10].
Compilações
(Músicas que não foram lançadas oficialmente ou não foram lançadas como singles/fizeram parte de projetos paralelos)