Neste artigo abordaremos o tema Cabila (toque do candomblé), que há muito tempo é objeto de interesse e debate. Cabila (toque do candomblé) é um tema que tem despertado a curiosidade e o fascínio de muitas pessoas, pois suas implicações são amplas e variadas. Ao longo da história, Cabila (toque do candomblé) desempenhou um papel central em eventos e descobertas importantes, impactando a vida dos indivíduos e das sociedades de diferentes maneiras. Neste artigo, exploraremos as dimensões e aspectos relevantes de Cabila (toque do candomblé), bem como suas possíveis implicações para o futuro.
Cabila, também conhecido como cabula, é um ritmo executado nos terreiros terreiros de candomblé da nação Angola[1] e que foi a célula mãe do samba e de outros gêneros musicais brasileiros, sendo que seu padrão ritmo é notado em muitas formas de samba, tais como o samba de roda do Recôncavo baiano, o Samba Afro do Ilê Aiyê, o partido-alto, o pagode baiano e ainda em músicas de artistas como Caetano Veloso, Djavan, João Gilberto e João Bosco.[2][3][4]