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Canudos de plástico.
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Uma bebida com um canudo dobrável.
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Canudo[1] (português brasileiro) ou palhinha (português europeu)[2] é um dispositivo usado para sugar líquido — geralmente uma bebida — de um recipiente, como um copo, para a boca. Um fino tubo de plástico (especialmente poliestireno) ou outro material, reto ou com uma dobradiça próxima a uma das extremidades, é utilizado colocando-se uma ponta na boca e outra no líquido. A ação muscular reduz a pressão interna na boca, o que causa a subida do líquido pelo tubo.
Os primeiros canudos foram feitos pelos sumérios, em 1818, que os utilizavam para beber cerveja, provavelmente para evitar a ingestão dos subprodutos sólidos da fermentação que decantam no fundo do recipiente.[3] Na Argentina e na região dos Pampas, utiliza-se uma variação do canudo chamada bombilla no chimarrão.[3]
Desde 2018 está em tramitação no Senado Federal do Brasil o PLS 263/2018 que tem, dentre seus objetivos a proibição da produção, importação, comercialização e distribuição de canudos plásticos em favor da adoção pela indústria e comércio de alternativas biodegradáveis em todo território nacional. O projeto já foi aprovado pelas comissões de Direitos Humanos e Legislação Participativa e Comissão de Meio Ambiente do Senador Federal e agora aguarda relatório final na Comissão de Assuntos Econômicos.[4][5] [6]
Em 5 de julho de 2018, a cidade do Rio de Janeiro foi a primeira capital do Brasil a proibir a circulação de canudos plásticos,[7][8] obrigando os restaurantes, lanchonetes, bares e similares, barracas de praia e vendedores ambulantes do município a usar e fornecer a seus clientes apenas canudos de papel biodegradável e/ou reciclável individualmente.[9]
Em dezembro de 2018, a União Europeia decidiu a proibição, a partir de 2021, de alguns plásticos de utilização única como palhinhas para reduzir a poluição marítima.[10]