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Chapéu-panamá[1] (também grafado sem o hífen) é um chapéu que, apesar do nome, é fabricado no Equador (onde é chamado de El Fino), especialmente em Cuenca e Montecristi.
Possui cor clara e pode ter vários formatos. É fabricado com a palha da planta Carludovica palmata, conhecida como toquilla, encontrada no Equador e em países vizinhos, e tecida em trama fechada.
Já foi dito que recebeu este nome porque o presidente estadunidense Theodore Roosevelt usou-o durante uma visita ao canal do Panamá, em 1906.[2] Em razão disso, chapéu tornou-se moda, principalmente para homens, até a Segunda Guerra Mundial. Contudo, o Dicionário Oxford registra que esse termo é usado desde pelo menos 1834.
Inicialmente era um produto exclusivamente masculino. Ainda hoje o chapéu é utilizado no verão, tanto por homens como por mulheres. Por vezes simboliza o ambiente praieiro tropical.
Muitas personalidades aderiram à moda do chapéu-panamá, como Winston Churchill, Kemal Atatürk, Harry Truman, Getúlio Vargas e Tom Jobim. Um dos pioneiros foi Santos Dumont, que já usava o seu em 1906.
A moda também se popularizou entre as estrelas de Hollywood, e galãs como Humphrey Bogart, Clark Gable e Michael Jackson usaram chapéus-panamá.
É um dos simbolos da Malandragem no Rio de Janeiro.