Club de Regatas Vasco da Gama

Aspeto mover para a barra lateral ocultar

Vasco da Gama
Nome Club de Regatas Vasco da Gama
Alcunhas Legítimo Clube do Povo
Gigante da Colina
Camisas Negras
Expresso da Vitória
Trem-Bala da Colina
Time da Virada / do Amor
Campeão de Terra e Mar
Time do Rei / da Rainha
Torcedor(a)/Adepto(a) Vascaíno
Cruzmaltino
Gigante
Mascote Almirante
Bacalhau
Dom Corvo I e Único
Principal rival Flamengo
Fluminense
Botafogo
Fundação 21 de agosto de 1898 (125 anos)
Estádio São Januário
Capacidade 21.880 pessoas
Localização Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil


CRVG (100% da SAF)

Mando de jogo em Maracanã
Capacidade (mando) 78.838 pessoas
Presidente Pedrinho
Treinador(a) Álvaro Pacheco
Patrocinador(a) Betfair
Material (d)esportivo Kappa
Competição Campeonato Brasileiro
Copa do Brasil
Campeonato Carioca
Ranking nacional Estável 22º lugar Masculino
Baixa 31º lugar Feminino
Website www.vasco.com.br
crvascodagama.com

O Club de Regatas Vasco da Gama ComCMHMMHIHEmMJKMNVGMMDM • MAPAM • MT • MSFA, mais conhecido como Vasco da Gama ou simplesmente Vasco, cujo acrônimo é CRVG, é uma entidade sócio-poliesportiva brasileira com sede na cidade do Rio de Janeiro, fundada em 21 de agosto de 1898 por um grupo de remadores. Inspirados nas celebrações do quarto centenário da descoberta do caminho marítimo para as Índias, ocorrida em 1498, batizaram a nova agremiação com o nome do navegador português que alcançou tal feito, Vasco da Gama. Apesar de ter sido fundado como um "clube de regatas", o Vasco da Gama abrange diversas outras modalidades como atletismo, basquete, futebol de areia e futebol americano, tendo como esporte mais tradicional o futebol. É a agremiação poliesportiva brasileira recordista de medalhas em Jogos Olímpicos (40 no total), com 175 atletas convocados, e em Jogos Paralímpicos (28 no total), sendo reconhecido como clube formador pelo Comitê Paralímpico Brasileiro.

O primeiro grande título do Vasco foi o Campeonato Carioca de 1923, conquistado pelo time conhecido como "Camisas Negras", um elenco com a maioria dos jogadores sendo negros e de classes operárias. O clube se orgulha de sua luta antirracista, marcada pela Resposta Histórica, carta na qual o cruzmaltino recusou-se a dispensar doze de seus atletas negros contra a vontade da liga carioca, que alegava tratarem-se de pessoas com "profissão duvidosa". O clube ainda tem, dentre o seu plantel de ídolos, alguns dos maiores artilheiros do Campeonato Brasileiro, tendo como Roberto Dinamite, o maior, com a marca de 190 gols, seguido por Romário e Edmundo, com 154 e 153 gols respectivamente. O primeiro grande ídolo do clube foi o atacante Ademir de Menezes, que liderou o Expresso da Vitória, tornando-se o maior artilheiro do Vasco com 301 gols marcados, número só superado por Dinamite e Romário décadas mais tarde.

O cruzmaltino é bicampeão em torneios intercontinentais de futebol. Em 1953, venceu o Torneio Octogonal Rivadávia Corrêa Meyer, competição oficial da CBD, organizada com o apoio do dirigente da FIFA, Ottorino Barassi, sucessora da Copa Rio Internacional, tratada na Europa como sua terceira edição. No Torneio de Paris de 1957, tornou-se o primeiro e único clube não-europeu a derrotar um vigente campeão da Liga dos Campeões da UEFA até a 1ª disputa da Copa Intercontinental, no "mais notável encontro de clubes de dois continentes antes de 1960", segundo a FIFA. Na final, descrita pela imprensa francesa como o duelo entre as melhores equipes da Europa e América do Sul, até então únicas campeãs continentais, o Vasco superou o Real Madrid numa exibição amplamente elogiada pela imprensa. De acordo com o jornal Le Corner, o inédito torneio inspirou Jacques Goddet a idealizar a criação da Copa Intercontinental.

Em âmbito continental, o clube é bicampeão sul-americano, tendo vencido o Campeonato Sul-Americano de Campeões, a única competição reconhecida pela CONMEBOL como precursora em status equivalente ao da Copa Libertadores da América, participando em 1997 da Supercopa Libertadores em função do título de 1948; e a Copa Libertadores em 1998, ano de seu centenário. Ainda em títulos sul-americanos, o Vasco conquistou a Copa Mercosul no ano 2000, vencendo por 4 a 3 o Palmeiras, em jogo conhecido como "A Virada do Século", um marco na história do clube. Em títulos nacionais, possui quatro Campeonatos Brasileiros (em 1974, 1989, 1997 e 2000), uma Copa do Brasil (em 2011), quatro títulos interestaduais oficiais (três Torneios Rio-São Paulo e um Torneio João Havelange), e diversos títulos estaduais oficiais (dentre eles Campeonatos Carioca, Copas Rio, e torneios Municipal, Extra, Início e Relâmpago). Conquistou ainda inúmeros outros torneios nacionais e internacionais.

História

Fundação

Estatuto do Vasco, 1942.

O Vasco foi fundado como um clube de remo em 1898, por um grupo de 63 rapazes, imigrantes portugueses e luso-descendentes, reunidos no bairro da Saúde. O nome escolhido foi Club de Regatas Vasco da Gama, pois naquele ano eram comemorados os 400 anos da viagem do almirante homônimo à Índia. Já filiado à União de Regatas, a estreia do Vasco em competições oficiais ocorreu a 4 de junho de 1899, na enseada de Botafogo. Ali, a baleeira "Volúvel", de seis remos, venceu o primeiro páreo na categoria júnior, a primeira vitória do Vasco no remo. Em 24 de novembro de 1905, o clube conquistou o primeiro Campeonato Carioca de Remo, numa competição que contou com o presidente Rodrigues Alves entre os assistentes. Já no ano seguinte, o Vasco sagrou-se bicampeão. Até 2012, o clube venceu o campeonato de remo um total de 46 vezes.

Em novembro de 1915, o clube de futebol Lusitânia foi incorporado ao Vasco, dando origem ao departamento de futebol do clube, apesar da oposição dos remadores vascaínos. O Vasco estreou a 3 de maio de 1916, na terceira divisão, perdendo por 10 a 1 contra o Paladino Foot-Ball Club.

1922–1934: Camisas Negras, Resposta Histórica e a luta contra o racismo

O clube incorporava aos seus quadros jogadores de qualquer origem étnica, com a condição que soubessem jogar futebol. Em 1922, o Vasco conseguiu o primeiro título ao ganhar a série B da Primeira Divisão, o que lhe abriu a possibilidade de jogar na Primeira Divisão da Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT). A campanha do clube consistiu em onze vitórias, dois empates e uma derrota. O time vascaíno era composto por jogadores de várias origens, como negros, mulatos, portugueses e brancos pobres da classe operária. Apesar de haver outros times com jogadores destas características (por exemplo o Bangu), essa era a primeira vez que os times mais elitistas da cidade enfrentavam um time da periferia equivalente.

Itália e Fausto, destaques em São Januário.

O Vasco venceu o América e o Fluminense, conquistando o campeonato, em seu ano de estreia na primeira divisão, no dia 12 de agosto de 1923, deixando o Clube de Regatas Flamengo, na segunda colocação, o que acabou marcando significativamente a história do clube, do Rio de Janeiro e do Brasil, por ser o primeiro do Clube em uma campanha com integrantes afrodescendentes, pobres e operários a ser campeão. Rui Proença, português de nascimento e radicado no Rio, identifica o fato como uma verdadeira revolução, enfatizando os preconceitos e dificuldades inicialmente encontrados pelo Vasco, associando-se ao fato de o Flamengo, o Fluminense e o Botafogo não permitirem a entrada de negros em seus clubes. O autor conclui que o clube representaria o congraçamento entre negros e portugueses, grupos discriminados que, unidos, fizeram o Vasco. Em 2023, a Câmara dos Deputados aprovou projeto que incluiu os Camisas Negras, nome pelo qual ficou conhecido o elenco desta equipe cruzmaltina, no Livro de Heróis da Pátria.

Após a tentativas de impedir o Vasco da Gama de entrar na competição em 1923, os clubes da zona sul (área de elite da cidade do Rio de Janeiro), Botafogo, Flamengo, Fluminense e alguns outros se uniram, abandonaram a Liga Metropolitana de Desportos Terrestres (LMDT) e fundaram a Associação Metropolitana de Esportes Atléticos (AMEA), deixando de fora o Vasco, que só poderia se filiar à nova entidade caso dispensasse doze de seus atletas (todos negros) sob a acusação de que teriam "profissão duvidosa". Diante da situação imposta, em 1924, o presidente do Club de Regatas Vasco da Gama, José Augusto Prestes, enviou uma carta à AMEA, que veio a ser conhecida como a "Resposta Histórica", recusando-se a se submeter à condição imposta e desistindo de filiar-se à AMEA. A carta entrou para a história como marco da luta contra o racismo no futebol.

Resposta Histórica, símbolo da luta antirracista do Vasco da Gama.

Desta forma, em 1924, foram disputados dois campeonatos em paralelo, sendo o da LMDT vencido de forma invicta pelo Vasco, conquistando assim o bicampeonato estadual. No ano seguinte, o clube venceu as resistências da AMEA, conseguiu integrar-se à entidade e voltou a disputar o campeonato contra os grandes times sob a condição de disputar seus jogos no campo do Andarahy. Apesar disso, o Vasco decidiu construir o seu próprio estádio, para acabar com qualquer exigência. O local escolhido para a construção foi a chácara de São Januário, que fora um presente de Dom Pedro I à Marquesa de Santos. Em 21 de abril de 1927, o Vasco da Gama inaugurava o Estádio de São Januário e até 1930, quando da inauguração do Estádio Centenário em Montevidéu (para a primeira Copa do Mundo), era o maior das Américas. Até 1940, quando da inauguração do Pacaembu em São Paulo, o estádio era o maior do Brasil, e até 1950, na inauguração do Maracanã, era o maior do Rio de Janeiro. O estádio foi construído em dez meses e com dinheiro arrecadado através da 'Campanha dos dez mil' que recebia donativos de torcedores de toda a cidade. Dois anos depois seria inaugurada a sua iluminação, passando a ser o único clube do país com um estádio em condições de sediar jogos noturnos.

Em 1929, além do Torneio Início, o Vasco ganhou seu terceiro Campeonato Carioca de Futebol em 7 anos de elite. Em 1931, o Vasco se tornou o segundo clube brasileiro a ser convidado para uma excursão internacional, depois do Paulistano. Neste mesmo ano, o Vasco aplicou uma goleada histórica de 7 a 0 no seu arquirrival Flamengo, sendo esta, a maior goleada entre as duas equipes em todos os tempos.

Em 1934, contando com jogadores como Leônidas da Silva, Domingos da Guia, Russinho, Fausto e outros, o Gigante da Colina conquistou o Campeonato Carioca, sendo que naquele ano o campeonato foi disputado em duas ligas. O Vasco, assim, ganhou o direito de disputar a Taça dos Campeões Estaduais, que era a disputa interestadual envolvendo os campeões do Rio de Janeiro e São Paulo, empatando na final com o Palestra Itália. Ainda neste ano, o Vasco ingressou na Confederação Brasileira de Desportos após esta aceitar o regime profissional e ainda em 1934 o Vasco da Gama seria campeão estadual de remo, tendo adquirido o título de Campeão de Terra e Mar de 1934.

1942–1953: Expresso da Vitória, primeiro campeão continental

Ademir de Menezes, líder do Expresso da Vitória, marcou 301 gols com a camisa cruzmaltina.

Após a conquista do Torneio Luís Aranha, em 1940, e novamente de um Torneio Início, em 1942, veio a formação de um elenco conhecido como o "Expresso da Vitória", liderado pelo atacante Ademir de Menezes. Em 1944 venceu o Torneio Relâmpago, superando os outros quatro grandes da época (Flamengo, Fluminense, Botafogo e América) e aplicando uma goleada de 5 a 2 na última rodada sobre seu futuro rival, o Flamengo. Em seguida, ganhou o Torneio Municipal, contra os mesmo clubes e outros do Rio de Janeiro, empatando com o Flamengo na última rodada e se sagrando campeão. Voltando a vencer este mesmo Torneio nos três anos seguintes, se tornando o único tetracampeão da competição carioca, vencendo ainda outros dois títulos cariocas invictos, em 1945 e 1947. Este último rendeu ao clube o convite para disputar o Campeonato Sul-Americano de Campeões, competição precursora da Copa Libertadores da América e reconhecida pela CONMEBOL como de igual valor em 1996/1997 e 2013. Após a conquista continental em Santiago do Chile, no dia 18 de março de 1948, mais de 200 mil pessoas, cerca de 10% de toda a população do Rio de Janeiro à época, tomaram as ruas da cidade para recepcionar entusiasticamente a chegada dos "Campeões dos Campeões do continente".

Em função do seu título carioca de 1950, o Vasco se qualificou a participar da Copa Rio de 1951, competição recentemente reconhecida pela FIFA como a primeira competição de clubes em nível mundial, com a participação de clubes europeus e sul-americanos. O Vasco chegou às semifinais, sendo eliminado pelo Palmeiras na semifinal (que se sagraria campeão da competição), tendo um gol vascaíno (Chico) sido incorretamente anulado pela arbitragem naquela semifinal. Em 1954, o Vasco foi agraciado com a comenda da Ordem Militar de Cristo de Portugal, por "serviço relevante prestado ao país". A condecoração foi entregue por Paulo Cunha, na época Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, representando o General Craveiro Lopes, então presidente português.

1957–1969: Domínio mundial

Em 14 de junho de 1957, a equipe de São Januário venceu o Real Madrid de Di Stéfano, Kopa, Paco Gento entre outros, por 4 a 3 na final e levantou a taça da primeira edição do Torneio de Paris (França), com uma apresentação perante o público de mais de 65 mil presentes no estádio Parc des Princes, rendendo elogios do mesmo e da imprensa francesa. O jornal francês France Soir chegou a afirmar: "O Real Madrid não é o maior time do mundo. Sobre isso, falem com o Vasco da Gama". Esta edição do Torneio de Paris é considerada como título mundial extraoficial, por ter sido a primeira competição da história e única pré-1960 a reunir, aos moldes da futura Copa Intercontinental, os campeões continentais da Europa e da América, apontadas como as melhores equipes do mundo à época.

Ainda em 1957, o Vasco ganharia do FC Barcelona por 7 a 2, no Les Corts, antiga casa do clube espanhol antes do Camp Nou. Esta é, ainda hoje, uma das piores derrotas sofridas pelo Barcelona como mandante em todos os tempos. As vitórias vascaínas sobre os gigantes espanhóis da época, Real Madrid e Barcelona, fizeram com que a imprensa espanhola questionasse a qualidade do seu próprio futebol. Descrevendo a excursão cruzmaltina pela Europa, o Jornal dos Sports escreveu em manchete: "como um tufão, o Vasco varre o football mundial". Em 1966 o Torneio Rio-São Paulo, terminou empatado entre Vasco, Botafogo, Santos e Corinthians e o título foi dividido entre os quatro. Os anos 1960 marcaram uma profunda crise política no clube, que culminou em 1969, com a cassação do então presidente do Vasco.

1974–1989: Primeiros títulos nacionais

Time do Vasco, 1970. Arquivo Nacional

A década de 70 foi marcada pelo surgimento de Roberto Dinamite e pelo goleiro argentino Andrada. O Vasco conquistou o Campeonato Carioca, sendo que campeão do Brasileiro de 1974, com Roberto Dinamite sagrando-se artilheiro e o Vasco da Gama sendo o primeiro time do Rio de Janeiro a conquistar tal competição.

Na década surgiram alguns ídolos vascaínos como Acácio, Mazinho, Geovani (o Pequeno Príncipe), Bismarck e Romário. Durante a década de 1980 o Vasco conquistou treze torneios Nacionais e Internacionais (dentre eles, o Troféu Colombino de Huelva na Espanha em 1980, o Torneio João Havelange em 1981, a Copa Ouro nos Estados Unidos em 1987 e o Tricampeonato do Troféu Ramón de Carranza em 1987, 1988 e 1989, vencendo o Atlético Madrid, Cádiz da Espanha e Nacional do Uruguai nestes últimos), três títulos estaduais (1982, 1987 e 1988) e o bicampeonato Brasileiro em 1989, após montar um time que ficou conhecido como SeleVasco, com destaque para o atacante Bebeto, contratado do arquirrival Flamengo. Na política, a década de 1980 ficou marcada pela pacificação do clube, no momento em que o então presidente, Antônio Soares Calçada, convidou seu opositor, Eurico Miranda, para ser o diretor de futebol do Vasco a partir de 1986. Eurico viria a se tornar, nos próximos anos, um dos dirigentes mais conhecidos da história do Vasco da Gama, sendo figura atuante em todos os títulos conquistados posteriormente.

1992–2007: Centenário e conquista da Copa Libertadores

A década de 1990 no Vasco ficou marcada pela despedida dos campos do ídolo Roberto Dinamite em 1993, e a ascensão de novos ídolos como Edmundo (o Animal), Felipe, Pedrinho, Carlos Germano, Pimentel, Valdir Bigode e Juninho Pernambucano. Em 1992, o clube ganhava seu primeiro título que marcaria o início da conquista dos cariocas de 1992, 1993 e 1994 ganhando o seu primeiro tricampeonato Estadual, para depois conquistar o Campeonato Estadual em 1998. Ainda em 1997, que foi um ano com destaque de Edmundo, o Vasco conquistou o tricampeonato Brasileiro. A 18 de Agosto de 1997 foi feito Membro-Honorário da Ordem do Mérito de Portugal.

Edmundo, denominado pela torcida vascaína como o "Animal". O atacante é um dos maiores ídolos da história do Vasco.

O clube completava, em 1998, 100 anos. O Centenário do clube foi o tema do carnaval da Unidos da Tijuca, que compôs um samba-enredo que, até os dias atuais, é entoado pela torcida vascaína. O clube ainda se tornaria o campeão do Campeonato Carioca e da Copa Libertadores da América, sendo esta última conquistada no dia 26 de agosto, apenas cinco dias após o aniversário do clube. Naquela década, o Vasco contava com jogadores de grande destaque. Além dos ídolos Carlos Germano, Mauro Galvão, Juninho Pernambucano, Felipe, Pedrinho, Edmundo e Romário, outras grandes contratações foram realizadas, como o lateral Jorginho, o zagueiro Júnior Baiano, os meias Ramon Menezes, Vágner e Juninho Paulista, e os atacantes Evair, Donizete, Luizão, Euller, Viola e Guilherme. Muitas dessas contratações foram possíveis devido ao patrocínio do Nations Bank (posteriormente Bank of America), assinado em meados de 1998. O contrato durou até 2000 e foi rompido devido ao não cumprimento do mesmo por parte do banco norte-americano. O Vasco, então, entrou na justiça para encerrar a parceria, ganhando a causa.

Em 2000, apesar de ficar com o vice-campeonato do 1º Mundial de Clubes da FIFA, perdendo nos pênaltis para o Corinthians, o Vasco conquistou o tetracampeonato brasileiro e a Copa Mercosul. Durante os anos seguintes a 2000, o Vasco conquistou a Taça Guanabara e o Carioca de 2003. Oficialmente, o milésimo gol da carreira de Romário aconteceu no dia 20 de maio de 2007, aos 02 minutos do segundo tempo em um jogo do Vasco, sob comando do técnico Celso Roth, contra o Sport, no estádio de São Januário. No dia 2 de julho de 2007, o então governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, sancionou o projeto de lei nº 5.052, que criou o Dia do Vasco, data comemorativa que homenageia a fundação do clube.

2008–2021: Copa do Brasil e declínio

Ricardo Gomes, treinador que levou o Vasco a ganhar a inédita Copa do Brasil, em 2011.

Em 2008, o clube sofreu seu primeiro rebaixamento para a Segunda Divisão. Campeão no ano seguinte, após vencer o América de Natal na 36ª rodada por 2 a 1, no Maracanã, retornando à primeira divisão. Em 2011, o Vasco conquista a Copa do Brasil de Futebol de 2011 pela primeira vez vencendo o Coritiba por 1 a 0 em São Januário, no jogo de volta, no Couto Pereira, o time perdeu por 3 a 2, mas levou o título pela regra do gol fora de casa. Dois anos depois, foi novamente rebaixado à segunda divisão do Campeonato Brasileiro, num jogo que ficou marcado negativamente por uma briga generalizada entre as torcidas do Vasco e Atlético Paranaense. No ano seguinte terminou em terceiro lugar na segunda divisão e foi novamente promovido.

Em 2015, conquistou o Campeonato Carioca após doze anos sem vencer a competição. Foi rebaixado pela terceira vez no dia 6 de dezembro de 2015, conseguindo novamente a ascensão no ano seguinte. Complementando o ano de 2016, foi bicampeão carioca invicto e ficou 34 jogos invictos na temporada. Foi a maior sequência invicta do clube em jogos oficiais.

No ano de 2020, o Vasco chegou a ser líder do Campeonato Brasileiro na 4ª rodada, porém, em detrimento de uma série de maus resultados, acabou sendo rebaixado, pela quarta vez em sua história. Em 2021, não conseguiu o acesso a primeira divisão brasileira, tendo ao final do campeonato terminado na décima posição. Na partida do dia anterior ao Dia Internacional do Orgulho LGBT, jogada contra o Brusque pela segunda divisão, o Vasco estreou sua camisa com cores em arco-íris em homenagem ao movimento LGBTQIA+. O jogo ainda foi repercutido pela imprensa após a comemoração simbólica do atacante Germán Cano ao levantar uma bandeira do movimento após fazer um gol.

O jogador Germán Cano levantando a bandeira LGBT ao comemorar um gol, gesto histórico na luta do Vasco contra a homofobia

2022–presente: 777 Partners

Em 22 de fevereiro de 2022, foi anunciado que a 777 Partners, uma empresa de investimento privado com sede em Miami fundada por Steven W. Pasko e Josh Wander compraram uma participação de controle no Vasco da Gama. De acordo com os termos do acordo, a 777 Partners adquiriu uma participação de 70% no clube, avaliada em aproximadamente US$ 330 milhões. Em 6 de novembro de 2022, Vasco selou seu retorno à Série A, após uma ausência de dois anos, ao vencer o Ituano.

Sedes e estrutura

Sedes antigas

O Vasco da Gama foi fundado no dia 21 de agosto de 1898, em uma casa na Rua da Saúde n.º 293 (atual n.º 345 da rua Sacadura Cabral). Em 2020, o local foi reformado por um grupo de torcedores e abrigou o Centro Cultural Cândido José de Araújo, primeiro presidente negro do clube entre 1904 e 1906. A primeira sede vascaína, contudo, se localizou em um antigo sobrado na Rua da Saúde n.º 127 (atual n.º 167 da rua Sacadura Cabral), em frente ao Largo da Imperatriz, hoje Praça dos Estivadores. A primeira sede era apenas provisória, e foi alugada por Francisco Gonçalves do Couto Junior, que viria a ser eleito o primeiro presidente vascaíno. Neste imóvel, o Vasco organizou os seus serviços de secretaria, tesouraria e outros mais necessários à vida desportiva e social. Em frente à primeira sede, organizou-se também a primeira escolinha de remo do Vasco, aproveitando-se do acesso ao mar pelo cais do Largo. Do prédio que serviu como primeira sede do Vasco, hoje somente resta a fachada em pé.

Em assembleia geral em 7 de setembro de 1898, a diretoria vascaína escolheu o local da nova sede definitiva: a praia formosa, localizada na Ilha das Moças. Lá foi construído um amplo barracão, em formato de chalé. Para facilitar o acesso à ilha, sócios do Vasco construíram uma ponte de madeira, conectando-a ao continente. A Ilha das Moças não existe mais, tendo sido aterrada com a conclusão da Avenida Francisco Bicalho. Hoje em seu lugar se encontra a Rodoviária Novo Rio. Já a praia formosa era localizada onde hoje se acha a Estação Barão de Mauá.

Ilha das Moças, local da primeira sede definitiva do Vasco, em gravura de Abraham-Louis Buvelot (1845).

Em 1899, foi iniciado o aterramento da faixa costeira do bairro da Saúde, local onde se situava a sede do Vasco. A necessidade de escolha de uma nova sede criou um impasse na instituição: o presidente Francisco Couto defendia que o clube se mudasse para o bairro de Botafogo, onde eram disputadas as regatas da antiga União de Regatas Fluminense; já os outros sócios preferiam um local no centro da cidade. A assembleia geral decidiu por uma sede no centro do Rio, próximo ao Passeio Público. Pesou contra Botafogo o difícil deslocamento entre o centro - região na qual morava a maioria dos sócios do clube - e o bairro da zona sul, que se daria em bondes puxados por parelhas de burros.

O Vasco então se mudou para um imóvel localizado na Travessa do Maia, nº 15, ao lado dos demais centros náuticos. A sede vascaína era composta por dois barracões. O primeiro era destinado à secretaria, escola de ginástica e recepções, enquanto o segundo barracão servia de garagem para os barcos. Essa sede funcionou até 1905, quando a área foi demolida pela Prefeitura do Rio, que realocou o Vasco na Rua Luiz de Vasconcellos, nº 14, até sua transferência definitiva para a sede da Rua Santa Luzia, em 1906. Este imóvel seria a sede vascaína até a construção de São Januário.

Complexo Esportivo de São Januário

Vista aérea de São JanuárioEstádio São Januário

São Januário é como é conhecido o estádio do Vasco da Gama. Inaugurado em 21 de Abril de 1927, foi construído sob um custo aproximado de Rs 2.609:895$000 (dois mil seiscentos e nove contos e oitocentos e noventa e cinco mil réis) frutos de arrecadação popular. Seu nome oficial é Estádio Vasco da Gama, mas ficou popularmente batizado por uma das ruas onde o Complexo Esportivo está situado, São Januário.

Fachada neocolonial do estádio, tombada pelo Patrimônio Nacional.

Foi considerado o maior estádio do Mundo e, consequentemente, das Américas até a construção do Estádio Centenário, em Montevidéu, palco da final da primeira Copa do Mundo. Até 1940, quando da inauguração do Pacaembu, em São Paulo, era o maior estádio do Brasil, e até 1950, com o Maracanã, era o maior do estado do Rio de Janeiro. Atualmente, é o maior estádio privado do Rio de Janeiro.

O maior público extraoficial de todos os tempos de São Januário foi registrado em 25 de Maio de 1949, quando mais de 60 mil pessoas assistiram ao triunfo do Vasco da Gama sobre o então campeão inglês Arsenal por 1 a 0, na que foi a primeira vitória de um clube brasileiro sobre um inglês na história. Já em partidas oficiais, o recorde histórico de público se deu em 19 de Fevereiro de 1978 no revés por 2 a 0 contra a equipe paranaense do Londrina, pelo Campeonato Brasileiro: 40.209 presentes.

Parque Aquático Vasco da Gama Parque Aquático, maior da América do Sul quando de sua inauguração.

Inaugurado em 30 de agosto de 1953 como o terceiro maior do mundo à época, o Parque Aquático Vasco da Gama possui arquibancada com capacidade para 6000 espectadores. O complexo aquático serve às escolas de natação e a competições da modalidade, atende também a projetos sociais para comunidades do entorno. É composto por quatro piscinas (uma olímpica, uma para saltos ornamentais e duas pequenas, destinada ao aquecimento dos atletas), vestiários, estação para tratamento de água e uma sala de musculação. Entre os eventos mais importantes, sediou uma etapa da Copa do Mundo de Natação de 1998 (a primeira disputada no Brasil), como parte das comemorações pelo centenário do clube, o Pré-Olímpico de Polo Aquático em 2004, e algumas edições do Troféu Brasil de Natação.

Ginásio Cyro de Souza Aranha Ginásio Cyro Aranha, em partida do Vasco pela Liga Ouro de Basquete.

O Ginásio Cyro Aranha ou Ginásio Vasco da Gama, inaugurado em 23 de setembro de 1956, é a principal arena poliesportiva do complexo, com capacidade para aproximadamente três mil pessoas. O nome do ginásio homenageia o ex-presidente Cyro Aranha, responsável por montar o elenco do Expresso da Vitória e conhecido pela frase "Enquanto houver um coração infantil, o Vasco será imortal". Em 2015, passou por uma grande modernização após campanha de financiamento coletivo entre torcedores e sócios de todas as regiões do país, com reforma completa do piso, iluminação, placar eletrônico, vestiários e tribuna especial. O ginásio já serviu às seções de ginástica, handebol, futebol de salão e basquetebol do clube. No ano de 2000, sediou decisão de Copa Libertadores de Futsal e, mais recentemente, foi utilizado pela equipe masculina de basquete na conquista da Liga Ouro, do acesso ao NBB 2016–17 e na retomada do departamento no NBB 2023–24.

Ginásio Antônio Soares Calçada Forninho antes de partida de voleibol

O ginásio denominado Antônio Soares Calçada ou Forninho é menor que o principal, possuindo capacidade para cerca de duzentas pessoas. Inaugurada no dia 21 de dezembro de 2011, a arena fica localizada próxima ao Parque Aquático e ao Colégio Vasco da Gama. O nome do ginásio foi dado em homenagem ao português Antônio Soares Calçada, presidente vascaíno entre 1983 e 2001, o mais longevo e considerado o mais vitorioso da história do clube. O Forninho é utilizado majoritariamente pelos departamentos de voleibol, voleibol sentado, futebol de sete paralímpico e pelas categorias de base do basquetebol e futebol de salão.

Colégio Vasco da Gama Novo Colégio Vasco da Gama.

O Colégio Vasco da Gama foi fundado no dia 08 de março de 2004, em uma iniciativa para solucionar as dificuldades de conciliar o esporte com os estudos, garantindo assiduidade às aulas. Situado entre o campo anexo e a Capela, atende especialmente aos jovens atletas do clube e às comunidades do entorno, nos ensinos fundamental e médio, adotando uma metodologia com calendários especiais para treinos, competições e viagens. O colégio oferece também oficinas culturais, elaboradas pelo departamento de História e Responsabilidade Social do clube, com enfoque na formação cidadã dos alunos-atletas. Remodelado e ampliado em 2020, por meio de arrecadação popular e parceria com a empresa Fattoria do sócio Marcelo Borges, o centro educacional conta com anfiteatro, salas climatizadas, refeitório, espaço psicossocial e sala de multimídia. Atletas como Philippe Coutinho, Alex Teixeira, Alan Kardec, Souza, Talles Magno e Paulinho estudaram no colégio e hoje dão nome a salas de aula, em forma de homenagem e inspiração aos alunos.

Complexo João da Silva Quadras externas de São Januário.

Inaugurado em 04 de agosto de 2001, o Complexo João da Silva é composto por três quadras poliesportivas cobertas situadas ao lado do ginásio principal de São Januário. O complexo é batizado em homenagem a João da Silva, português presidente do Vasco no período 1966–67 e fundador da Carrocerias Metropolitana. Modernizadas em 2013, as quadras atendem ao departamento de handebol e às categorias profissional e, principalmente, de base do futsal cruzmaltino, importante formador de atletas do clube, como Edmundo, Felipe, Pedrinho, Thiago Alcântara, Rodrigo, Bismarck, Philippe Coutinho e Allan.

Capela N. Sra. das Vitórias Visão frontal da Capela.

Entre o campo de futebol e o Parque Aquático fica localizada a Capela de Nossa Senhora das Vitórias, padroeira do clube. Inaugurada a 26 de agosto de 1961, na gestão do presidente Arthur Braga Rodrigues Pires, a instalação e benção à Pedra Fundamental da igreja foi realizada em 15 de agosto de 1955 pelo então bispo Dom Hélder Câmara. O projeto da capela partiu dos Grandes-Beneméritos Álvaro Nascimento Rodrigues, jornalista do Jornal dos Sports, e José Ribeiro de Paiva, tesoureiro do clube na época da construção de São Januário. Na capela são celebrados batizados, casamentos, missas e velórios. A importância do templo é tão grande para a instituição que vários projetos para a remodelação do estádio de São Januário já foram descartados por considerarem a demolição ou deslocamento da capela. Em 2019, os corpos dos ex-presidentes Eurico Miranda e Antônio Soares Calçada foram velados na Capela.

Caprres Centro Avançado de Prevenção, Recuperação e Rendimento Esportivo.

O Centro Avançado de Prevenção, Recuperação e Rendimento Esportivo foi inaugurado em 22 de julho de 2016. Em parceria com a Ambev, foi construído sobre área de 600 metros quadrados no antigo estacionamento dos jogadores, a um custo de cinco milhões de reais. O centro, idealizado pelo então gerente científico Alex Evangelista, conta com equipamentos de alta tecnologia, como câmera termográfica (capaz de avaliar processos inflamatórios), piscina especial com recursos de inteligência e a esteira Alter G, idealizada pela Nasa. Segundo o clube, é o melhor e mais moderno centro de recuperação da América Latina e ajudará ao Vasco da Gama se tornar uma referência no assunto. Posteriormente, foram implantadas outras estruturas: em 29 de dezembro de 2016, o Caprres Base específico para categorias de base do futebol; e em 02 de outubro de 2017, o Caprres Olímpico e Paralímpico destinado às outras modalidades do clube.

CT Moacyr Barbosa

Em 22 de outubro de 2019, o Vasco da Gama anunciou a campanha de arrecadação de seis milhões de reais para a construção de um novo centro de treinamento em terreno cedido pela prefeitura do Rio de Janeiro na Barra da Tijuca. O projeto previa seis campos e um mini estádio com dois mil lugares, junto de um prédio dotado de toda a infraestrutura necessária para os atletas bem como um estacionamento. Conforme previsto, o CT foi inaugurado em 11 de setembro de 2020, embora não tenha sido completamente terminado, tendo apenas recebido o plantio de dois gramados. O nome do CT (Moacyr Barbosa) foi decidido após votação e anunciado em 3 de agosto de 2021.

CT Almirante Heleno de Barros Nunes

O nome do centro foi uma homenagem ao Almirante Heleno de Barros Nunes, torcedor do clube e ex-presidente da antiga CBD, que foi uma pessoa importante no projeto do terreno. O terreno de cerca de 130.000 m² foi concedido ao clube pelo Presidente da República Ernesto Geisel em 1974, mas durante trinta anos existiu uma disputa judicial com a União. Em 1995 o clube perdeu sua concessão, voltando mais tarde a ter o direito de uso por meio de decreto assinado pelo enstão presidente Fernando Henrique Cardoso, depois de uma decisão da Justiça.

O terreno é situado às margens da Rodovia Washington Luís, onde o clube projeta e inicia a construção de seu centro de treinamento, que terá diversos campos de futebol, dois ginásios e um hotel-concentração. O centro de treinamento, ainda em desenvolvimento, conta com a ajuda da Prefeitura de Duque de Caxias. Parte do terreno é área de preservação ambiental, devido às suas características naturais. É destinado às categorias de base do futebol e ao futebol feminino.

Sede Náutica da Lagoa

Situado às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas, a Sede Náutica da Lagoa foi inaugurada em 18 de agosto de 1950. Foi construída devido à necessidade do clube de ter uma sede para abrigar os esportes náuticos quando as regatas passaram da Baía de Guanabara para a Lagoa Rodrigo de Freitas. O local conta com 2.700 m² de área construída, com três pavimentos, um subsolo e um terraço. Além do salão de festas, a sede é também garagem dos barcos usados nos treinos e competições de remo. Em suas paredes externas, há uma composição de azulejos de Burle Marx. A Sede Náutica é tombada desde 2002, por decreto do governo do então prefeito César Maia, assinado no dia 19 de abril.

Sede do Calabouço

A antiga sede náutica do clube, a Sede do Calabouço, foi construída na década de 60, quando as regatas eram disputadas na Baía de Guanabara, hoje é destinada ao lazer dos associados, contando com piscina, duas saunas, quadras esportivas, área de recreação infantil, salão de festas, departamento médico, administração de esportes marinhos e olímpicos e um restaurante. Situa-se às margens da Baía da Guanabara na ponta do Calabouço, no centro do Rio de Janeiro, próximo ao Aeroporto Santos Dumont e ao Museu de Arte Moderna. A sede do Calabouço foi usada pelo Comitê Olímpico da Dinamarca durante os Jogos Olímpicos de 2016. A sede serviu de assessoria de imprensa, setor administrativo e apoio para 24 atletas e demais membros da comissão técnica.

Símbolos

Cruz de Cristo

Desde a fundação do clube, houve sempre a intenção de prestar homenagem ao navegador Vasco da Gama e às grandes navegações portuguesas. Assim, o clube teve sempre em sua história o símbolo de uma caravela, representando as naus portuguesas como um meio de unir dois mundos: o do remo e o lusitano. A cruz estampada na camisa e no escudo do Vasco se chama Cruz Pátea, embora seja chamada pela torcida e público geral como Cruz de Malta. A explicação para essa divergência reside em um estrangeirismo que ocorreu no Brasil (mas não em Portugal). Em inglês e francês chamava-se, erradamente, de Cruz de Malta (Croix de Malte, Maltese Cross) a todo tipo de cruz aberta (Pátea).

No entanto, como se pode verificar em muitos símbolos expostos no clube (ao contrário do que se vê na camisa atual), inclusive nas arquibancadas do estádio São Januário, não é utilizada a Cruz Pátea e sim uma cruz com o desenho muito semelhante ao da Cruz de Cristo. Embora atualmente a cruz desenhada na camisa do clube seja a Cruz Pátea (sem as retas intermediárias das pontas ao centro), durante muitos anos foi usada a Cruz de Cristo, ou muito semelhante. No entanto, a torcida vascaína consagrou o símbolo do clube ao longo do tempo, e, erroneamente ou não, adotou o nome "Cruz de Malta" para designá-la.

Escudo

O primeiro escudo do Vasco foi criado na administração do presidente Alberto Carvalho, em 1903. Era redondo, fundo negro com a caravela ao centro. Em volta do fundo negro, um círculo com as iniciais C.R. e Vasco Da Gama, separados por seis cruzes de Cristo em vermelho. Apenas na década de 1920 o clube adotou o atual escudo. Nas velas da embarcação está estampada uma cruz, símbolo que era realmente usado nas navegações portuguesas. O escudo do clube foi modificado ao longo do tempo, permanecendo a caravela com a cruz, até surgir a forma definitiva, com o fundo preto representando os mares desconhecidos do Oriente, a faixa branca representando a rota descoberta por Vasco da Gama, e a caravela com a Cruz de Malta (Cruz Pátea).

As cores do Vasco também possuem significado: o preto remete aos mares desconhecidos do Oriente, desbravados por Vasco da Gama, enquanto o branco da faixa diagonal refere-se à rota descoberta pelo almirante. Além disso, estas são cores refletem a ideia de uma comunhão de etnias, valor fortemente defendido pelo clube. A Cruz, principal símbolo, tem forte aspecto religioso, já que a Ordem Militar de Cristo era ao mesmo tempo religiosa e guerreira. O apelido "Gigante da Colina" vem da Colina Histórica, que se iniciava em plano inclinado a partir do próprio terreno atual do estádio, que foi terraplanado e subia em direção a atual Barreira do Vasco, fechando em arco com o Morro do Pedregulho, por onde passa a atual rua Ricardo Machado.

Uniformes

A primeira camisa do clube, criada no ano de fundação, foi usada inicialmente pelo departamento de remo do clube. O modelo era uma camisa preta com uma faixa branca na diagonal partindo do ombro direito (o inverso do modelo atual) e a Cruz Pátea em vermelho no centro da camisa. A faixa branca representa o caminho vitorioso das caravelas da Europa até a Índia e o fundo negro representa os mares "nunca dantes navegados", as tormentas e o abismo. A cruz vermelha representa o povo português, a sua fé e a própria providência.

Por influência do Lusitânia Futebol Clube, clube que se fundiu com o Vasco em 1915, a primeira camisa do futebol era toda negra, com gola e punhos brancos, sem a faixa diagonal e a Cruz de Cristo em vermelho havia sido deslocada para o lado esquerdo do peito, junto ao coração, que por sua vez era inspirado no uniforme do combinado português que jogou uma série de amistosos no Brasil em 1913 e para diferenciar do uniforme utilizado pela equipe de remo. Apesar do time de remo já utilizar camisas pretas com faixas diagonais brancas desde o início do século passado, até o início dos anos 40, a camisa oficial do Vasco da Gama era toda preta com detalhes brancos apenas na gola e nos punhos, seu apelido inclusive era “Camisas Negras”.

No final da década de 30 (1937), foi adotado o novo desenho com a volta da faixa diagonal, porém agora esta partia do ombro esquerdo, sendo ainda utilizada a Cruz de Cristo vermelha posicionada sobre a faixa na altura do coração. O fato da baixa reflexão da cor negra sob os refletores da época, bem como a excessiva concentração de calor do verão sob a camisa negra, eram preocupações de dirigentes quanto ao desgaste dos jogadores. Soma-se a isso o estádio de São Januário ser um dos primeiros a ter iluminação para jogos noturnos e o Vasco um dos poucos que corriqueiramente jogavam sob a luz artificial sendo o branco uma cor que favorecia nestas condições. Dessa forma, há controvérsia a respeito do porquê o clube jogou mais de branco do que de preto.

Já na década de 40, o Vasco aposenta suas camisas pretas do futebol e o esporte que já havia se tornado protagonista no clube adota em definitivo o design da bandeira, do escudo e de todas as demais modalidades praticadas pelos vascaínos. Em 1943, quando assumiu o técnico uruguaio Ondino Vieira, este estabeleceu juntamente com o comando do clube, que o Vasco passaria a usar preferencialmente o uniforme noturno de verão, uma camisa branca com faixa a tiracolo negra, criada em dezembro de 1937, relembrando assim o River Plate, clube com o qual foi bicampeão argentino em 1936 e 1937.

No ano de 2020, a camisa do Vasco utilizada para a temporada de 2015 foi eleita, segundo o site Classic Football Shirts, a 14ª camisa mais bonita da década.

Hinos

Lamartine Babo, autor dos hinos dos quatro grandes clubes do Rio de Janeiro.

O Club de Regatas Vasco da Gama possui três hinos conhecidos: um oficial, um não oficial e um popular – sendo este o mais difundido e utilizado. O primeiro hino reconhecido do clube foi o Hino Triunfal do Vasco da Gama. Elaborado no ano de 1918, teve letra e música compostas por Joaquim Barros Ferreira da Silva e foi gravado em 1930 pelo "Orfeão de Portugal" na gravadora Brunswick.

O segundo hino, chamado de Meu Pavilhão, teve a música composta por Ernani Corrêa e letra idealizada por João de Freitas. A data exata de sua criação é desconhecida, embora se saiba que seja anterior a 1949. No ano de 1974, os jogadores campeões brasileiros participaram de uma gravação do hino, com o fim de reverter a renda obtida com as vendas dos discos na premiação pelo título.

O Hino Popular do Club de Regatas Vasco da Gama, foi elaborado em 1949 por Lamartine Babo, compositor de diversos hinos de clubes de futebol, dentre eles os dos quatro grandes do Rio de Janeiro. Dos três hinos associados ao cruzmaltino, é o mais conhecido e adotado oficialmente pelo clube como Hino Oficial. É considerado por muitos torcedores e jornalistas especializados como uma das mais belas canções dentre os hinos esportivos brasileiros.

Mascote

Desfile da Ordem do Corvo, torcida organizada do Vasco da Gama, em reverência a Sua Majestade Dom Corvo I e Único.

O primeiro mascote do Vasco foi o "Almirante", personagem criado pelo argentino Lorenzo Molas em homenagem ao navegador português Vasco da Gama. As primeiras charges de Molas apresentavam o vascaíno como um português gordo, careca e de longos bigodes; em 30 de junho de 1944, foi publicada no Jornal dos Sports a primeira charge contendo a figura do Almirante. Nessa, o vascaíno é representado por um almirante português, na proa de uma caravela com a cruz de cristo. A partir daí, a figura do Almirante passou a ser presença constante nas charges de Molas; nelas, o Almirante tem na lapela a Cruz de Cristo, e é frequentemente acompanhado por uma nau portuguesa. O Jornal dos Sports descreveu o Almirante como um "verdadeiro lobo do mar, em sua caravela, sempre pronto a navegar e enfrentar todas as tormentas". O personagem acabou se tornando o mascote oficial do Vasco, e teve várias versões ao longo de sua história. Em 2012, o clube anunciou um Almirante com traços mais infantis, lançado no dia das crianças. Em 2018, o Almirante foi reformulado, e ganhou expressão mais séria e menos infantil, ficando conhecido nas redes como "Almirante pistola", em razão da expressão fechada do mascote.

Outro mascote popular do clube foi um corvo, criação de Otelo Caçador. O primeiro cartum de Otelo no Jornal dos Sports trazia uma caravela, na qual o Almirante, personagem de Mola, travava uma batalha contra os mascotes dos demais times cariocas. No alto do mastro do barco vascaíno, Otelo desenhou um corvo; indagado sobre o elemento, afirmou que o animal era visto como uma ave de bom agouro em Portugal. Dado que o corvo é frequentemente associado ao azar, e não a sorte, especula-se que a afirmação de Otelo tenha sido uma piada, já que o cartunista era rubro-negro e costuma provocar os rivais do time flamenguista por meio de seus desenhos. Piada ou não, o Vasco foi campeão carioca invicto naquele ano, e o mascote se popularizou, e passou a ser chamado de "Dom Corvo", em alusão ao título de nobreza comum em Portugal. Com o sucesso do mascote, a diretoria vascaína decidiu adquirir um corvo; o animal, contudo, não existe no país, e um corvo teve que ser importado de Portugal; sua vinda necessitou de autorização do país português, que na época proibia a saída da ave. A chegada do animal foi intensamente cobrida pela mídia à época: o Rádio Clube Brasil realizou um programa em homenagem ao corvo, e o Jornal dos Sports uma festa para sua recepção. O mascote mais popular do Vasco foi criado pelo cartunista Henfil, na década de 60, para o Jornal dos Sports: um português de bigode e camisa do Vasco. Henfil apelidou seu personagem de "Bacalhau", em alusão às ligações entre Vasco e Portugal.

Torcida

Torcida do Vasco no Maracanã.

A torcida do Vasco é uma das maiores do Brasil. Segundo as pesquisas atuais, o time oscila entre a quarta e a quinta maior torcida do país, junto com Palmeiras. Um dos motivos atribuídos para essa fama é ter sido um dos primeiros clubes a ter no elenco um jogador negro e outras pautas e causas com as quais a população se identificou. O Gigante da Colina também possui diversas torcidas organizadas com membros em todo o Brasil e até fora do país. A torcida organizada vascaína que mais possui membros é a Força Jovem do Vasco. Além dela existe a Ira Jovem Vasco, Torcida Rasta do Vasco, Mancha Negra do Vasco, etc.

Rivalidades

Clássicos nacionais

Clássico dos Milhões Partida entre Vasco e Flamengo pelo Campeonato Brasileiro de 2018.

O grande rival do Vasco é o Flamengo. O confronto é chamado de Clássico dos Milhões é o maior clássico do Rio de Janeiro e pode ser considerado um dos maiores duelos do Brasil. A rivalidade está presente desde 1910 nas competições de Remo mas, com a ascensão à primeira divisão do time de futebol do Vasco na década de 1920, o duelo passou a ser mais forte nessa modalidade desportiva. O Flamengo leva a vantagem em número de vitórias neste confronto.

Clássico dos Gigantes

Outro grande adversário do clube é o Fluminense. O confronto é chamado de Clássico dos Gigantes, tendo sido disputado na final do Campeonato Brasileiro de 1984 e, em duas ocasiões, pela Copa Libertadores da América de 1985, com vantagem da equipe vascaína em números de vitórias.

Clássico da Amizade

O Vasco ainda faz um clássico, com ânimos geralmente menos exaltados entre os presentes, dada a sua grande vantagem de vitórias e menos encontros em decisões de campeonatos, com outro clube popular do Rio de Janeiro, o Botafogo. O Clássico da Amizade é realizado desde 1923, quando o Vasco ganhou do rival por 3 a 1. Em termos de decisões em finais o Vasco leva desvantagem tendo perdido mais que ganho diante do Botafogo. A maior goleada no clássico ocorreu em 2001, quando o Vasco venceu por 7 a 0 no Maracanã. Neste clássico, o Vasco também possui vantagem em número de vitórias.

Internacional

Vasco vs. River Plate

Em termos de marcantes rivais internacionais, o Club Atlético River Plate enfrentou o Vasco nas três campanhas cruzmaltinas vitoriosas em competições sul-americanas, o Campeonato Sul-Americano de Campeões, a Copa Libertadores da América de 1998 e a Copa Mercosul de 2000, sendo frequentemente citado como o principal rival estrangeiro do Vasco nestas conquistas. Na Supercopa Libertadores 1997, cuja participação do Vasco marcou o reconhecimento da Conmebol ao Campeonato Sul-Americano de Campeões como antecedente da Copa Libertadores, o River Plate eliminou o Vasco na fase de grupos e se sagrou campeão. Entretanto, o Vasco possui mais vitórias neste confronto.

Outros confrontos

Títulos

EXTRAOFICIAL
Troféus Competições Títulos Temporadas
Torneio de Paris de 1957 1 1957(1)
INTERCONTINENTAIS
Troféus Competições Títulos Temporadas
Torneio Octogonal
Rivadávia Corrêa Meyer
1 1953(2)
CONTINENTAIS
Troféus Competições Títulos Temporadas
Campeonato Sul-Americano
de Campeões
1 1948(3)
Copa Libertadores da América 1 1998
Copa Mercosul 1 2000
NACIONAIS
Troféus Competições Títulos Temporadas
Campeonato Brasileiro 4 1974, 1989, 1997 e 2000
Copa do Brasil 1 2011
Campeonato Brasileiro – Série B 1 2009
INTERESTADUAIS
Troféus Competições Títulos Temporadas
Torneio Rio-São Paulo 3 1958, 1966 e 1999
Torneio João Havelange 1 1993
ESTADUAIS
Troféus Competições Títulos Temporadas
Campeonato Carioca 24 1923, 1924, 1929, 1934, 1936, 1945, 1947, 1949, 1950, 1952, 1956, 1958, 1970, 1977, 1982, 1987, 1988, 1992, 1993, 1994, 1998, 2003, 2015 e 2016
Copa Rio Estadual 2 1992 e 1993
Campeonato Carioca – Série A2 1 1922
Guanabara Taça Guanabara Independente 1 1965
Torneio Municipal 4 1944, 1945, 1946 e 1947
Torneio Relâmpago 2 1944 e 1946
Torneio Início 10 1926, 1929, 1930, 1931, 1932,
1942, 1944, 1945, 1948 e 1958
TURNOS DO ESTADUAL
Troféus Competições Títulos Temporadas
Taça Guanabara 12 1976, 1977, 1986, 1987, 1990, 1992,
1994, 1998, 2000, 2003, 2016 e 2019
Taça Rio 11 1984, 1988, 1992, 1993, 1998, 1999,
2001, 2003, 2004, 2017 e 2021
Turnos disputados
com outros nomes
(4)
9 1972, 1973, 1974, 1975,
1977, 1980, 1981, 1988 e 1997
OUTROS ESTADUAIS
Troféus Competições Títulos Temporadas
Rio de Janeiro Taça Eficiência 11 1943, 1945, 1946, 1947, 1949,
1950, 1955, 1958, 1973, 1980 e 1982

Rio de Janeiro

Taça Disciplina 2 1943 e 1964
Rio de Janeiro Campeonatos Cariocas de
Aspirantes, Reservas
ou Amadores(5)
30 1920, 19221, 19222, 19223, 1924, 1926, 1928,
1930, 19341, 19342, 1936, 1937, 19411, 19412, 1942,
1943, 1946, 1947, 19481, 19482, 1949, 1950,
1951, 1954, 1955, 1960, 1961, 1964, 1966 e 1967
MUNICIPAIS
Troféus Competições Títulos Temporadas
Rio de Janeiro Torneio Gérson dos Santos Coelho 1 1948
Rio de Janeiro Taça Cidade do Rio de Janeiro 1 1959
Rio de Janeiro Torneio Extra 2 1973 e 1990
Rio de Janeiro Campeonato da Capital 1 1992
Taça Cidade de Cabo Frio 1 1975
TOTAL
Escudo Conquistas Títulos Categorias
Títulos Principais 64 1 Intercontinental, 3 Continentais, 6 Nacionais, 4 Interestaduais, 44 Estaduais e 6 Municipais

Campeão Invicto
Super-Supercampeão
Supercampeão

(1) A edição de 1957, a primeira, é considerada como título mundial extraoficial, por ter sido a primeira competição da história e única pré-1960 a reunir, aos moldes da futura Copa Intercontinental, os campeões continentais da Europa e da América, apontadas como as melhores equipes do mundo à época. Segundo a FIFA, foi "o mais notável exemplo de clubes de dois continentes se encontrando antes de 1960" (da Copa Intercontinental). (2) Organizado oficialmente pela CBD, autorizado pela FIFA e sucessor da Copa Rio Internacional. (3) Reconhecido pela CONMEBOL como antecedente da Copa Libertadores da América. (4) 1972: Taça José de Albuquerque; 1973: Troféu Pedro Novaes; 1974: Taça Oscar Wright da Silva; 1975: Taça Danilo Leal Carneiro; 1977: Taça Manoel do Nascimento Vargas Netto; 1980: Taça Gustavo de Carvalho; 1981: Taça Ney Cidade Palmeiro; 1988: Taça Brigadeiro Jerônimo Bastos; 1997: Terceiro Turno do Campeonato Estadual. (5) 1934: Campeonato de Amadores e de Segundos Quadros; 1948: Campeonato de Aspirantes e da Divisão Imediata (Reservas); 1966: Taça Raul Guimarães de Aspirantes; Campeonato Carioca de Terceiros Quadros: 1922, 1926 e 1930; Campeonato Carioca de Segundos Quadros - Série B: 1920 e 1922; Campeonato Carioca de Terceiros Quadros - Série B: 1922; Torneio Início de Amadores: 1941, 1950, 1951, 1954 e 1955.
HONORÁRIOS
Feitos Alcançados Conquistas Temporadas
Maior Invencibilidade
Internacional do Futebol Brasileiro
34 Jogos 1949–1954
2º do Ranking Mundial da IFFHS 1 1998
Líder do Ranking Mundial da IFFHS 1 Dezembro de 2000
Rio de Janeiro Campeão de Terra e Mar 13 1924, 1934, 1936, 1945, 1947, 1949,
1950, 1952, 1956, 1958, 1970, 1982, 1998


Estatísticas

Campanhas de destaque

Club de Regatas Vasco da Gama
Torneio Campeão Vice-campeão Terceiro colocado Relevante
Mundial de Clubes FIFA Não possui 1 (2000) Não possui Não possui
Copa Intercontinental Não possui 1 (1998)
Copa Rio Internacional 1 (1953) Não possui 1 (1951) Não possui
I Torneio de Paris 1 (1957) Não possui Não possui Não possui
Copa Interamericana Não possui 1 (1998)
Copa Ouro Los Angeles 1 (1987) Não possui Não possui Não possui
Sul-Americano de Campeões 1 (1948) Não possui Não possui Não possui
Copa Libertadores 1 (1998) Não possui Não possui 3 (1990, 2001, 2012)
Copa Mercosul 1 (2000) Não possui Não possui Não possui
Copa Sulamericana Não possui Não possui 1 (2011) 1 (2007)
Supercopa Libertadores Não possui Não possui Não possui 1 (1997)
Copa Conmebol Não possui Não possui 1 (1996) Não possui
Brasil Campeonato Brasileiro 4 (1974, 1989, 1997, 2000) 4 (1965, 1979, 1984, 2011) 3 (1959, 1968, 1992) 6 (1978, 1981, 1983, 1988, 2006, 2012)
Brasil Copa do Brasil 1 (2011) 1 (2006) 5 (1993, 1994, 1995, 2008, 2009) 6 (1998, 2002, 2003, 2010, 2013, 2015)
Brasil Supercopa do Brasil Não possui 1 (1990)
Brasil Copa dos Campeões Não possui Não possui 1 (1978)
Brasil Brasileiro – Série B 1 (2009) Não possui 2 (2014, 2016) 1 (2022)
São Paulo Torneio Rio–São Paulo 3 (1958, 1966, 1999) 7 (1950, 1952, 1953, 1957, 1959, 1965, 2000) 2 (1960, 1961) 2 (1933, 1954)
São Paulo Torneio João Havelange 1 (1993) Não possui Não possui Não possui
Rio de Janeiro Campeonato Carioca 24 vezes (até 2016) 26 vezes (até 2019) 16 vezes (até 2024) 18 vezes (até 2013)
Rio de Janeiro Copa Rio Estadual 2 (1992, 1993) Não possui Não possui Não possui
Guanabara Taça Guanabara 1 (1965) Não possui 2 (1967, 1980) 3 (1968, 1970, 1971)
Torneio Municipal 4 (1944, 1945, 1946, 1947) 1 (1948) 1 (1938) 1 (1951)
Torneio Relâmpago 2 (1944, 1946) 2 (1943, 1945) Não possui Não possui
Torneio Extra 2 (1973, 1990) 2 (1938, 1941) 1 (1934) Não possui

Participações

Participações em 2024
Competição Temporadas Melhor campanha Estreia Última P Aumento R Baixa
Rio de Janeiro Campeonato Carioca 102 Campeão (24 vezes) 1923 2024
Carioca Série B 6 Campeão (1922) 1917 1922 1
Carioca Série C 1 6º lugar (1916) 1916 1
Copa Rio Estadual 5 Campeão (1992 e 1993) 1991 1995
Brasil Campeonato Brasileiro 55 Campeão (4 vezes) 1959 2024 4
Brasileiro Série B 5 Campeão (2009) 2009 2022 4
Copa do Brasil 33 Campeão (2011) 1989 2024
Copa dos Campeões 3 3º lugar (1978) 1978 2002
Supercopa do Brasil 1 Vice-campeão (1990) 1990
Sul-Americano de Campeões 1 Campeão (1948) 1948
Copa Libertadores 9 Campeão (1998) 1975 2018
Copa Mercosul 4 Campeão (2000) 1998 2001
Copa Sul-Americana 7 Semifinal (2011) 2003 2020
Supercopa Libertadores 1 Primeira fase (1997) 1997
Copa Conmebol 2 Semifinal (1996) 1993 1996
Mundial / Intercontinental 2 Vice-campeão (1998 e 2000) 1998 2000
Intercontinentais 5 Campeão (1953 e 1957) 1953 1998

Elenco atual

Última atualização: 11 de junho de 2024


Estatísticas individuais


Treinadores

Presidentes

Relação com Portugal

Vasco da Gama, navegador e explorador português que deu origem ao nome do Club de Regatas Vasco da Gama.

Dispõe o estatuto do Vasco que o clube "se orientará sempre no sentido de permanecer como instrumento de aproximação entre brasileiros e portugueses". O Vasco desde sua fundação teve intensa ligação com Portugal. A maioria dos sócios fundadores do clube era de nacionalidade portuguesa, e o nome da agremiação foi dado em homenagem a um importante personagem histórico português e a um importante evento histórico de Portugal. Bem no início do clube, chegou-se a ser sugerida uma bandeira azul e branca, em homenagem à bandeira portuguesa da época. No hino não oficial do clube, é cantado que o futebol da equipe "é um traço de união Brasil-Portugal". A fachada do estádio vascaíno apresenta uma bandeira de Portugal, e uma bandeira do país costuma ser hasteada em datas comemorativas da equipe. O clube costuma celebrar, nas redes sociais, o dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas. As reuniões do Conselho Deliberativo do Vasco são iniciadas com A Portuguesa, hino nacional de Portugal, e só daí é executado o hino brasileiro. Segundo o jornal Correio da Manhã, "no estádio de São Januário respira-se Portugal em todos os cantos". Já para Luiz Ceará, jornalista esportivo, "o Vasco da Gama é Portugal dentro do Brasil". O Vasco ainda inspirou a criação de um semelhante português: o Vasco da Gama Futebol Clube, da pequena cidade de Recarei, agremiação que hoje se encontra desativada.

Em razão dessa ligação, o Vasco foi agraciado em 1954 com a comenda da Ordem Militar de Cristo de Portugal, por "serviço relevante prestado ao país". A condecoração foi entregue por Paulo Cunha, na época Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, representando o General Craveiro Lopes, então presidente português. Em 1997, o clube foi feito Membro-Honorário da Ordem do Mérito de Portugal. O presidente de Portugal da época, Craveiro Lopes, chegou a visitar o Vasco em 1957. O embaixador português e cônsul-geral de Portugal já visitaram o clube por diversas vezes. Em 2008, quando da eleição de Roberto Dinamite a presidência do Vasco, o então embaixador de Portugal no Brasil, Francisco Seixas da Costa, enviou saudação ao novo presidente; em 2010, o então embaixador de Portugal, João Salgueiro, enviou mensagens de felicitações ao aniversário do clube, afirmando que "o Vasco permanece hoje, mais de cem anos volvidos, como se diz no seu hino, nas palavras de Lamartine Babo, "um traço de união entre o Brasil e Portugal"". Desde 2017, o Vasco pode utilizar antes do seu nome a palavra Real, “Real Club de Regatas Vasco da Gama”, através do Decreto de Alvará Régio do Chefe da Casa Real Portuguesa, Dom Duarte Pio de Bragança (Duque de Bragança), que renovou e conferiu o Patronato Régio ao Vasco da Gama. O título real seria concedido ao clube no ano de 1908, na sua primeira década de existência, por ocasião da visita do Rei de Portugal Dom Carlos I ao Brasil, que já havia deliberado pela renovação e conferimento do título de “Real Sociedade”, que já gozava o Vasco durante o período em que Dom Luís I esteve como Rei de Portugal, mas acabou impedido pelo regicídio de 1 de fevereiro de 1908.

Por força da identificação do clube com o país português, a comunidade lusitana no país, principalmente a do Rio de Janeiro, sempre optou por torcer pelo Vasco. Muitos portugueses radicados no Brasil são vascaínos, Em razão disso, muitos descendentes de portugueses são vascaínos. Segundo Mário Filho, quando o time de futebol vascaíno começou a fazer sucesso, em 1923, os "campos se enchiam" de portugueses, e era "português por todo canto". Nas palavras do jornalista, "tudo português, o português se julgando obrigado a ir para onde o Vasco ia".

Tais eventos fomentaram a ideia do "português vascaíno", que se tornou um personagem cultural da vida carioca. Essa figura é personagem central do famoso samba "No boteco do José", de Wilson Batista, na qual uma vitória do Vasco é comemorada no "boteco do José", em alusão a um boteco tipicamente português. Na composição, canta-se que, em razão da vitória vascaína, o boteco estaria de graça; bastava dizer "que é vascaíno" para entrar, e que quando o Vasco é campeão, "seu José vai a falência". A ideia do "português vascaíno" também era incentivada pela imprensa: o compositor Ary Barroso, em crônica escrita ao Jornal dos Sports, em 1943, ao mencionar Santo Antônio, diz que esse "nunca foi rubro-negro e sempre foi vascaíno, como bom português que é (...)".

Bandeira de Portugal.

A bandeira de Portugal é presença comum nas arquibancadas de São Januário, e muitos cruzmaltinos são torcedores da seleção portuguesa. Em 2016, na final da Eurocopa, disputada entre Portugal e França, diversos vascaínos se reuniram em tradicional casa portuguesa para torcer pela seleção lusa. No espaço, destacavam-se muitas bandeiras de Portugal e do Vasco. A inédita conquista portuguesa foi comemorada pelas redes sociais do clube. Em razão da ligação com Portugal, netos brasileiros de portugueses passaram a utilizar o fato de serem sócios do Vasco como prova de "ligação afetiva" para com Portugal, de modo a obterem a nacionalidade portuguesa. O clube chegou a anunciar descontos na obtenção da nacionalidade portuguesa para seus sócios.

O tradicional grito de "guerra" vascaíno, "Casaca! Casaca! Casaca!" é de provável inspiração portuguesa. A fórmula inicial do canto, "Ao Vasco nada? Tudo!" tem semelhanças com os gritos acadêmicos popularizados em Portugal nas décadas iniciais do século XX, especialmente na Universidade de Coimbra. Há ainda quem defenda que o grito original era "Cazarca", em possível referência ao pato-casarca, ave que era encontrada em Portugal, nas áreas da Lagoa dos Salgados, do Algarve.

Antonio de Almeida Pinho, em seu segundo mandato como presidente, em 1925, foi o responsável pela compra da chamada Chacrinha de São Januário, local onde posteriormente o estádio seria erguido. Pinho investiu considerável quantia própria no investimento. Já no ano seguinte, sob presidência de Raul da Silva Campos, o contrato de construção de São Januário foi assinado. Para que o Vasco tivesse o dinheiro necessário para construir São Januário, Raul da Silva Campos iniciou campanha de doação entre os sócios vascaínos, que ficou conhecida como a "campanha dos 10 mil". Almeida Pinho foi parte importante da campanha e do levantamento dos fundos necessários: constou como avalista do contrato de construção, dando seu próprio patrimônio como garantia. Raul da Silva Campos ainda foi o presidente responsável pela criação do departamento de futebol vascaíno, em 1915, no seu primeiro mandato; já Antonio de Almeida Pinho foi o presidente quando do primeiro título de futebol do Vasco, também em seu primeiro mandato, em 1921.

Antônio Soares Calçada, por sua vez, é considerado por muitos como o presidente mais vitorioso da história do clube. Calçada foi presidente do Vasco por 18 anos (1983-2000), sendo o presidente mais longevo da história vascaína. Durante seus seis mandatos, o Vasco foi três vezes campeão brasileiro (1989-1997-2000) e campeão da Libertadores (1998). Após sair da presidência, Calçada recebeu o título de presidente de honra, e em 2014 seu nome foi dado ao novo ginásio poliesportivo construído dentro de São Januário. O vasco decretou luto de três dias em razão de sua morte; a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (FERJ) também decretou luto de três dias. Clubes rivais prestaram condolências ao Vasco, bem como importantes jogadores da história do Vasco.

A ligação Vasco-Portugal foi motivo de preconceitos nas primeiras décadas de 1900, com os rivais frequentemente associando o Vasco a estereótipos portugueses, com o intuito de diminuir o clube. O sotaque português era frequentemente alvo de troça, deturpando-se o nome de "Vasco" para "Basco". Em 1923, com a vitória do Flamengo sobre o Vasco, torcedores rubro-negros penduraram um tamanco de dois metros e meio na sede do Vasco, calçado que na época era associado ao português. Costumava-se ainda vincular o vascaíno ao bacalhau, peixe típico da gastronomia portuguesa. O apelido "bacalhau" foi utilizado pelo cartunista Henfil para batizar o personagem vascaíno que criara para o Jornal dos Sports na década de 60, e a alcunha acabou por perder o sentido pejorativo, sendo adotada pela torcida vascaína.

O Vasco também era frequentemente apontado como o "clube português", enquanto os demais "clubes brasileiros", não obstante o clube na década de 20 ter se popularizado entre as camadas brasileiras mais baixas. Essa associação foi muito frequente ao longo do Campeonato Carioca de 1923, vencido pelo Vasco. Na véspera do confronto com o Flamengo, o jornal O Imparcial, em crônica sobre a partida, escreveu que Francisco Marques da Silva, português e presidente do Vasco, iria regressar "para Portugal dentro de um bonde do bairro de Cascadura", caso o Vasco perdesse. O clube também não era bem visto por certos setores da imprensa; registra o historiador João Manuel Casquinha que o jornal O Imparcial, ao noticiar confusão na qual torcedores do Vasco se envolveram em 1922, "aproveitava para desfiar a sua raiva pelos portugueses do Vasco (...)".

Segundo Mário Filho, com o sucesso do time vascaíno em 1923, os rivais passaram a caracterizar a vitória cruzmaltina como uma derrota brasileira. Aponta Filho que "tornou-se uma questão nacional derrotar o Vasco", e que "pouco importava que o time do Vasco, com os seus brancos, seus mulatos e seus pretos, fosse brasilerissímo". Continua o autor, afirmando que instaurou-se um "jacobinismo no futebol, lançando o brasileiro contra o português", o que fazia com que os jogadores do Vasco passassem a "perder a nacionalidade" e virarem portugueses. A partida entre Vasco e Flamengo, que lutavam pelo título naquele ano, foi "transformado em um autêntico Portugal e Brasil", segundo o jornalista. Nesse sentido, aponta o historiador Renato Soares Coutinho que "no imaginário compartilhado pelos torcedores, a rivalidade entre os dois clubes foi construída nos termos das tensões antilusitanas".

Ricardo Sá Pinto, foi o segundo treinador português a comandar a equipe cruzmaltina.

A ideia do Vasco como um "clube português" vinha dos próprios dirigentes do futebol brasileiro: a Associação Metropolitana de Esportes Athleticos (AMEA), responsável pelo futebol carioca, em ofício enviado ao Vasco em 1925 apontou a expectativa de que o clube formasse uma equipe "genuinamente portuguesa, para uma demonstração esportiva das verdadeiras qualidades dessa raça secular". Já Vargas Netto, dirigente da antiga CBD, costumava enaltecer o Vasco afirmando que "nós brasileiros somos também portugueses”, dando ênfase na natureza lusitana do clube em detrimento de sua brasilidade.

O Vasco já lançou três camisas em homenagem a Portugal com as cores da bandeira portuguesa. Em 2009, foi lançada uma camisa de goleiro vermelha e verde, em 2010 uma camisa branca com uma cruz vermelha e outra branca foi apresentada e chamada de "Templária" pois lembra os uniformes dos Cavaleiros Templários. Em 2012 outra camisa também de goleiro verde e grená foi utilizada. No mesmo ano, o clube lançou novamente uma camisa com uma cruz, porem nas cores azul e branco, cores da bandeira portuguesa antes da implantação da república e representando o domínio dos mares pelos portugueses desde Vasco da Gama. Já em 2014 foi lançada uma camisa comemorativa com as cores vermelha e verde, com um trecho do hino nas costas que cita o "Traço de união Brasil-Portugal". No dia 13 de outubro de 2020 anunciou o treinador português Ricardo Sá Pinto como novo técnico da equipe, substituindo Ramon Menezes.

Futebol Feminino

Marta iniciou sua carreira profissional no Vasco da Gama, aos 14 anos.

O futebol feminino do clube teve início nos anos 90, quando em quatro oportunidades o clube sagrou-se campeão brasileiro – 1993, 1994 e 1998, tendo revelado inúmeras jogadoras para a Seleção Brasileira e para o mundo, tais como: Pretinha, Fanta, Cenira e Meg.

Em 2000, quando sagrou-se campeã estadual, o Vasco contava com cinco jogadoras na Seleção Brasileira que disputou os Jogos Olímpicos de 2000 de Sydney, Austrália.

Após esta fase, surgiu a jovem Marta, que veio de Alagoas para iniciar sua trajetória de sucesso no clube cruzmaltino e ser revelada para o mundo. Logo na sua primeira competição, Marta, sagrou-se campeã brasileira Sub-19, tendo sua primeira convocação para a Seleção Brasileira. Inicialmente, o clube tinha sua estrutura voltada para a categoria adulta. Contudo, em 2 de janeiro de 2014 completou cinco anos de criação do Departamento de Futebol Feminino, que de forma pioneira no cenário nacional criou todas as categorias de base.

Em 2009, quando reativou o departamento, o clube lançou uma parceria com a Marinha do Brasil, cuja equipe adulta representou o Brasil em competições oficiais do calendário desportivo do Conselho Internacional do Desporto Militar (CISM). Esta equipe sagrou-se campeã mundial em 2009 (Estados Unidos), 2010 (França), e em 2011 (Rio de Janeiro, nos V Jogos Mundiais Militares).

Em 2016, o time adulto retorna às atividades, disputando o Campeonato Brasileiro, porém é eliminado ainda na primeira fase do campeonato com uma campanha de três derrotas e um empate.

Em 2017 e 2018, o time não disputou nenhuma das duas divisões do Campeonato Brasileiro, apesar da ampliação da competição. Ausentou-se do Campeonato Carioca de 2017, voltando apenas no ano seguinte.

Em 2019, voltou a disputar uma competição nacional, o Campeonato Brasileiro - Série A2.

Jogadoras Ilustres

Outras modalidades

Esta é a lista de esportes que o Club de Regatas Vasco da Gama possui atualmente.

Representação nacional

Clubes homônimos

Sede do Vasco da Gama FC, em Hamilton. Partida do Vasco SC de Goa em 2009.

Desde sua fundação, o Vasco da Gama tem sido fonte de inspiração para a criação de novos clubes, seja por iniciativa de seus torcedores difundidos pelo território brasileiro, ou por intermédio das diversas excursões nacionais e internacionais realizadas ao longo de sua história.

Europa Brasil

Publicações

Vídeos

Livros

Discos

Ver também

Referências

  1. «"Time da Virada": a história da canção que embala o Vasco em novo desafio». ge.globo.com. Consultado em 21 de outubro de 2023 
  2. «Qual o verdadeiro 'time da virada'?». Placar. 3 de maio de 2022. Consultado em 21 de outubro de 2023 
  3. «Time do coração, origem do apelido e gol 1000: a relação de Pelé com o Vasco». ge.globo.com. 29 de dezembro de 2022 
  4. «CRIA DO VASCO, MARTA GANHARÁ ESTÁTUA DE CERA NA SEDE DA CBF». onefootball.com. 7 de setembro de 2022 
  5. GloboEsporte.com (10 de julho de 2012). «Corinthians é visto como o maior rival no futebol nacional, diz pesquisa (apontando as principais rivalidades para cada clube, não a importância dos clássicos)». GloboEsporte.com. Consultado em 15 de junho de 2017 
  6. DECKER, Augusto (12 de fevereiro de 2016). «Os apelidos dos clássicos, dos 'milhões' de Vasco e Flamengo ao eterno Fla-Flu.». Jornal O Globo. Consultado em 9 de abril de 2020 
  7. «Vasco x Timão: novo laudo expande capacidade para 21.880 mil pessoas». globoesporte.globo.com. 13 de novembro de 2015. Consultado em 13 de novembro de 2015 
  8. Emanuelle Ribeiro e Marcelo Baltar (7 de agosto de 2022). «Com aprovação dos sócios, Vasco vende 70% da SAF para 777 Partners». ge. Consultado em 8 de agosto de 2022 
  9. «Vasco encerra temporada no Maracanã, onde é feliz desde 1950». Site Oficial do Vasco. 22 de novembro de 2016 
  10. «Os maiores públicos do Vasco no Maracanã». Goal. 23 de abril de 2023 
  11. «Cadastro Nacional de Estádios de Futebol (CNEF)» (PDF). Confederação Brasileira de Futebol. 18 de janeiro de 2016. Consultado em 28 de abril de 2019 
  12. «Vasco anuncia contratação do treinador Álvaro Pacheco». ge. 21 de maio de 2024. Consultado em 21 de maio de 2024 
  13. CBF (8 de dezembro de 2023). «Ranking Nacional de Clubes 2024» (PDF) 
  14. CBF (8 de dezembro de 2023). «Ranking Nacional de Clubes Feminino 2024» (PDF) 
  15. «A história centenária do Vasco em Jogos Olímpicos (1920–2021)». Ludopédio. 27 de agosto de 2021. Consultado em 6 de fevereiro de 2024 
  16. «Tabela informativa no Espaço Experiência». Centro de Memória do Vasco. Consultado em 16 de novembro de 2023 
  17. a b «Atletas vascaínos medalhistas nos Jogos Parapan-Americanos recebem homenagem do clube». Site Oficial do CRVG. 4 de dezembro de 2023 
  18. «Estatística do Campeonato brasileiro de futebol». Consultado em 7 de agosto de 2011 
  19. «O Estado de S. Paulo (15/02/1953)». Acervo Estadão. 15 de fevereiro de 1953. Consultado em 6 de fevereiro de 2024 
  20. «Ultima Hora (RJ) (06/06/1953)». memoria.bn.br. 6 de junho de 1953. Consultado em 7 de janeiro de 2024 
  21. «Arquivo Jornal ABC (Sevilla)». hemeroteca.abc.es (em espanhol). 4 de junho de 1953. p. 19 
  22. «Arquivo Jornal do Brasil (07/05/1953)». news.google.com. 7 de maio de 1953. Consultado em 7 de janeiro de 2024 
  23. «Diario Carioca (RJ) (01/01/1950)». memoria.bn.br. 1 de janeiro de 1950. Consultado em 7 de janeiro de 2024 
  24. «The Intercontinental Cup, a vestige of trans-continental glory». FIFA.com. 7 de junho de 2023 
  25. «Há 55 anos o Vasco conquistava o I Torneio de Paris». casaca.com.br. Consultado em 3 de maio de 2013. Arquivado do original em 1 de agosto de 2013 
  26. a b «O Estado de S. Paulo - Acervo Estadão» 
  27. «Jornal ABC (Madrid) (18/06/1957)». hemeroteca.abc.es (em espanhol). 18 de junho de 1956. p. 53 
  28. a b «Jornal Diário de Lisboa, 17/06/1957, página 18.». Consultado em 2 de abril de 2013. Arquivado do original em 2 de janeiro de 2018 
  29. Doucet, Clément (20 de janeiro de 2022). «Le tournoi de Paris, un évènement capital». Le Corner (em francês). Consultado em 6 de fevereiro de 2024 
  30. «Palmeiras 3 x 4 Vasco pela final da Mercosul 2000 é eleito maior jogo da história de clubes brasileiros». ge. 9 de maio de 2020 
  31. «19 anos depois... Relembre a histórica virada do Vasco sobre o Palmeiras na Copa Mercosul». ge. 20 de dezembro de 2019 
  32. «Romário comemora 21 anos da 'Virada do Século' do Vasco sobre o Palmeiras: 'Dos 4 gols, eu marquei 3'». Lance!. 20 de dezembro de 2021 
  33. «O Estado de S. Paulo (18/08/1990)». Acervo Estadão. 18 de agosto de 1990. Consultado em 6 de fevereiro de 2024 
  34. a b c d e f g «A história do Vasco da Gama». www.feth.ggf.br. Consultado em 7 de janeiro de 2024 
  35. a b Elisa Muller. A organização sociocomunitária portuguesa no Rio de Janeiro. in Os Lusíadas na aventura do Rio Moderno. Carlos Lessa, organizador. Editora Record, 2002, Rio de Janeiro. ISBN 85-01-06356-8
  36. a b Globo, Acervo-Jornal O. «Centenária, rivalidade entre Vasco e Fla no remo atraía multidões de cariocas». Acervo. Consultado em 7 de janeiro de 2024 
  37. Linha do tempo Arquivado em 19 de outubro de 2013, no Wayback Machine. do Vasco da Gama no sítio oficial do clube
  38. «Evento histórico do Vasco no passado pode inspirar novo acesso para um futuro glorioso». www.lance.com.br. Consultado em 7 de janeiro de 2024 
  39. Depoimento contido no livro Futebol Brasil Memória, Rui Proença.
  40. «Camisas Negras são incluídos no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria». O Globo. 19 de outubro de 2023 
  41. «Lei que inclui os Camisas Negras, do Vasco, em Livro de Heróis e Heroínas da Pátria é aprovada». ge.globo.com. 19 de outubro de 2023 
  42. «A contribuição do Vasco para a integração racial e social no futebol» 
  43. a b «Carnaval, atletismo, luta, gols... São Januário completa 90 anos de vida». ge. Consultado em 25 de abril de 2023 
  44. «São Januário 90 anos | globoesporte.com». web.archive.org. 24 de abril de 2017. Consultado em 30 de abril de 2023 
  45. «Há 89 anos, Vasco aplicava maior goleada da história sobre o Flamengo». Lance!. Consultado em 25 de abril de 2023 
  46. Jornal do Brasil de 1934, 06/set/1934.
  47. «1945: o ano em que São Januário virou o caldeirão da Portela». Globoesporte.com. 9 de fevereiro de 2018. Consultado em 12 de julho de 2018 
  48. a b c d «Site Casaca! Texto "A Fuga", de 19/05/2012. Acesso em 08/05/2015.». Consultado em 8 de maio de 2015. Arquivado do original em 18 de maio de 2015 
  49. «História da Copa Libertadores no site da Conmebol. Acesso em 24 de fevereiro de 2013». Consultado em 25 de fevereiro de 2013. Arquivado do original em 27 de fevereiro de 2013 
  50. «O Estado de S. Paulo - Acervo Estadão» 
  51. «Jornal do Brasil - Pesquisa de arquivos de notícias Google». news.google.com. Consultado em 7 de janeiro de 2024 
  52. «Nota, no antigo site da Conmebol, sobre a participação do Vasco da Gama na Supercopa de 1997.». Consultado em 6 de março de 2012. Arquivado do original em 21 de agosto de 2008 
  53. «Cópia do Informe à Imprensa da Conmebol de 29 de abril de 1996, no site Casaca!». Consultado em 29 de março de 2013. Arquivado do original em 16 de janeiro de 2014 
  54. «Cópia do Informe à Imprensa da Conmebol de 29/04/1996, autorizando a participação do Vasco da Gama na Supercopa de 1997.». Consultado em 30 de dezembro de 2012. Arquivado do original em 25 de setembro de 2013 
  55. «História da Copa Libertadores, no site da Conmebol, colocando o título vascaíno de 1948 como antecedente da Copa Libertadores. Acesso em 12/03/2013.». Consultado em 21 de maio de 2014. Arquivado do original em 21 de maio de 2014 
  56. «A Apoteótica Recepção aos Campeões dos Campeões Sul-americanos». Jornal dos Sports, ed. 5696, pg. 5 
  57. a b Álbum dos 60 anos do C.R. Vasco da Gama. 1958. p. 8 
  58. «O Estado de S. Paulo - Acervo Estadão» 
  59. «Trecho Jornal France Soir». Manchete Esportiva RJ, ed. 00084, pg. 34. Consultado em 30 de maio de 2022 
  60. «Jornal do Brasil - Google News Archive Search». news.google.com 
  61. a b «Folha de S.Paulo: Notícias, Imagens, Vídeos e Entrevistas». Folha de S.Paulo 
  62. a b «Narração francesa original da partida Vasco 4 X 3 Real Madrid de 1957, referindo-se ao Vasco como a melhor equipe sul-americana e ao título europeu detido pelo Real Madrid. Site Casaca: "Há 55 anos o Vasco conquistava o I Torneio de Paris".». Consultado em 3 de maio de 2013. Arquivado do original em 1 de agosto de 2013 
  63. «Em 1957, Vasco também humilhou o Barcelona: 7 a 2. Lembre como foi o jogo». GloboEsporte. 14 de agosto de 2020. Consultado em 15 de agosto de 2020 
  64. «4 vezes em que times brasileiros humilharam o Barça». UOL. 19 de outubro de 2017. Consultado em 15 de agosto de 2020 
  65. «Há 60 anos, Vasco aplicava 7 a 2 no Barcelona em jogo histórico». Club de Regatas Vasco da Gama. 23 de junho de 2017. Consultado em 15 de agosto de 2020 
  66. «Jornal dos Sports (RJ) - 1960 a 1969 - DocReader Web». memoria.bn.br. Consultado em 25 de abril de 2023 
  67. «Com "mão de Eurico" e estatuto em debate, Campello toma posse no Vasco». ge. Consultado em 26 de abril de 2023 
  68. Valle, Emmanuel do (17 de dezembro de 2019). «Há 30 anos, a SeleVasco provava sua força ao bater o São Paulo no Morumbi e encerrar o jejum no Brasileirão». Trivela. Consultado em 27 de abril de 2023 
  69. «Aos 74 anos, morre Eurico Miranda, ex-presidente do Vasco - Gazeta Esportiva». www.gazetaesportiva.com. Consultado em 27 de abril de 2023 
  70. «Coritiba x Vasco - Copa do Brasil 2011». globoesporte.com. Consultado em 26 de abril de 2023 
  71. a b «Cidadãos Estrangeiros Agraciados com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "Club de Regatas Vasco da Gama". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 3 de abril de 2016 
  72. «Há 25 anos, a Unidos da Tijuca homenageava o Vasco com samba até hoje cantado nas arquibancadas». Lance!. Consultado em 29 de abril de 2023 
  73. «Jornal do Brasil (RJ) - 1990 a 1999 - DocReader Web». memoria.bn.br. Consultado em 29 de abril de 2023 
  74. «Vasco: elogiada por VP, união com banco gerou briga judicial e parou em CPI». www.uol.com.br. Consultado em 29 de abril de 2023 
  75. «Vasco da Gama ganha ação contra Bank of America - Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: esportes». Jornal Diário do Grande ABC. Consultado em 29 de abril de 2023 
  76. «Em 2003, Vasco vence o Fluminense por 2 a 1, ganha Taça Rio e é campeão carioca». ge. Consultado em 29 de abril de 2023 
  77. «Romário é 1000! Marcado pelo Vasco, gol histórico completa 13 anos; veja lista, fregueses e reta final da busca». ge. Consultado em 29 de abril de 2023 
  78. «Lei nº 5052 de 21 de junho de 2007 - Jusbrasil». JusBrasil. Consultado em 7 de janeiro de 2023 
  79. GloboEsporte.com (13 de novembro de 2009). «Time da virada, Vasco vence o América-RN e conquista título da Série B». Consultado em 14 de novembro de 2009 
  80. «Em final dramática, Vasco conquista Copa do Brasil e coroa reações». Terra. 8 de Junho de 2011. Consultado em 9 de Dezembro de 2013 
  81. «Furacão vai à Libertadores e rebaixa Vasco em jogo com briga de torcidas» 
  82. «Tabela do Brasileirão Série B 2022 | Tabela Oficial». Confederação Brasileira de Futebol. Consultado em 29 de abril de 2023 
  83. «Com gol no último minuto, Vasco vence Botafogo, sai da fila e é campeão carioca». ESPN. Consultado em 7 de janeiro de 2024 
  84. «Coritiba se segura na Série A e rebaixa Vasco pela terceira vez em sua história». Globo esporte. Consultado em 6 de Dezembro de 2015 
  85. «Vasco garante acesso à Série A com dois gols de Thalles no Maracanã». Globo Esporte. 28 de novembro de 2016. Consultado em 26 de novembro de 2016 
  86. «Defesa falha, Vasco cai diante do Atlético-GO e perde invencibilidade». globoesporte.com. 16 de junho de 2016. Consultado em 30 de setembro de 2017 
  87. «Vasco é líder do Brasileirão após 4ª rodada; Flamengo permanece no Z4». TNT Sports. Consultado em 29 de abril de 2023 
  88. «Tabela do Brasileirão da Série A 2022 | Tabela Oficial». Confederação Brasileira de Futebol. Consultado em 29 de abril de 2023 
  89. «Retrospectiva do Vasco: erros dentro e fora de campo e permanência na Série B tornam 2021 o pior ano da história». ge. Consultado em 29 de abril de 2023 
  90. a b «Cano marca, ergue bandeira LGBTQIA+, e Vasco vence Brusque na Série B». ESPN.com. 28 de junho de 2021. Consultado em 9 de agosto de 2023 
  91. «Cano levanta bandeira do arco-íris em comemoração de gol do Vasco e leva cartão amarelo». ge. 28 de junho de 2021. Consultado em 9 de agosto de 2023 
  92. «Brazil's Vasco da Gama sells $333m stake to US investor 777 Partners». Inside World Football (em inglês). 22 de fevereiro de 2022. Consultado em 12 de julho de 2023 
  93. Porto, Douglas. «Vasco vence Ituano e retorna para a Série A do Campeonato Brasileiro». CNN Brasil. Consultado em 12 de julho de 2023 
  94. «Jogo Ituano 0 x 1 Vasco melhores momentos - Campeonato Brasileiro Série B, Rodada 38 - tempo real». ge. Consultado em 29 de abril de 2023 
  95. «LOCAL DE FUNDAÇÃO DO VASCO RECEBE NOME DO PRIMEIRO PRESIDENTE NEGRO DO CLUBE». Onefootball. 25 de setembro de 2020 
  96. «Yachting». Cidade do Rio. 30 de agosto de 1898. p. 2. Consultado em 15 de agosto de 2020 – via Biblioteca Nacional Digital 
  97. «Os Homens da Colina - A Fundação do Vasco da Gama» (PDF). Ludopedia. Consultado em 7 de janeiro de 2023 
  98. a b c Hübner, Henrique (6 de janeiro de 2014). «A PRIMEIRA SEDE DO VASCO - RUA DA SAÚDE, N.º 127». Memória Vascaína. Consultado em 16 de agosto de 2020 
  99. Santana, Walmer Peres. «O VASCO E O REMO: O nascimento do Clube nas águas do mar da Cidade do Rio de Janeiro». Clube de Regatas Vasco da Gama. Consultado em 26 de setembro de 2020. Cópia arquivada em 14 de agosto de 2020 
  100. Hübner, Henrique (14 de junho de 2015). «O VASCO DE ONTEM É O VASCO DE HOJE». Memória Vascaína. Consultado em 26 de setembro de 2020 
  101. Hübner, Henrique (14 de junho de 2015). «O VASCO DE ONTEM É O VASCO DE HOJE». Memória Vascaína. Consultado em 28 de agosto de 2020 
  102. «Francisco Bicalho: a avenida que deu fim à Enseada de São Cristóvão». MultiRio. 10 de novembro de 2017. Consultado em 14 de agosto de 2020 
  103. Giesbrecht, Ralph Mennucci. «Ilha das Moças». Estações Ferroviárias do Brasil. Consultado em 14 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 28 de dezembro de 2019 
  104. a b «Há 110 anos, briga política no Vasco criava um novo clube». 25 de maio de 2009. Consultado em 26 de setembro de 2020 
  105. a b c «Remo do Vasco da Gama: tudo começou nesse esporte - Revista Vascaína». 8 de dezembro de 2022. Consultado em 30 de abril de 2023 
  106. «Yachting». Jornal Sportivo. 30 de dezembro de 1989. Consultado em 24 de setembro de 2020 – via Biblioteca Nacional Digital 
  107. Fernando Cesar Pires (27 de junho de 2001). «São Januário». Consultado em 13 de janeiro de 2008. Cópia arquivada em 30 de janeiro de 2008 
  108. «São Januário: A história do estádio que é símbolo de resistência». ISTOÉ Independente. 23 de fevereiro de 2021. Consultado em 30 de abril de 2023 
  109. «São Januário - Que fim levou?». Terceiro Tempo. Consultado em 30 de abril de 2023 
  110. «Site Oficial do CRVG: São Januário». vasco.com.br. Consultado em 26 de outubro de 2015 
  111. «São Januário: A história do estádio que é símbolo de resistência». IstoÉ. 23 de fevereiro de 2021. Consultado em 24 de outubro de 2021 
  112. «94 anos de São Januário: estádio que surgiu da resistência e se tornou o maior patrimônio da torcida do Vasco». Lance!. 21 de abril de 2021. Consultado em 24 de outubro de 2021 
  113. estadios (22 de julho de 2019). «Estádio São Januário - Estádio Vasco da Gama». Estádios. Consultado em 30 de abril de 2023 
  114. a b c d e «Pra ver inglês e o Expresso: em 1949, São Januário recebeu 60 mil pessoas». ZARKO, Raphael - Globoesporte. 18 de novembro de 2015 
  115. «Vitória de Categoria! - Escreveram os Cruzmaltinos um Feito de Alta Ressonância». Jornal dos Sports, ed. 06059, pg. 01. Consultado em 31 de maio de 2022 
  116. a b c «São Januário 90 anos: Colina cresce e se transforma em complexo esportivo». Lance!. 17 de abril de 2017 
  117. «66 anos da inauguração do Parque Aquático». X Oficial do Vasco. 30 de agosto de 2019 
  118. a b «Piscina olímpica do Vasco será reinaugurada». vasco.com.br. 27 de junho de 2017. Consultado em 29 de junho de 2017 
  119. «Estadual reabre Parque Aquático para competições após quase seis anos». 24 de maio de 2018. Consultado em 27 de maio de 2018 
  120. «Xodó da torcida, pequeno Guilherme será homenageado por torcida em jogo do Vasco». ge.globo. 4 de outubro de 2023 
  121. «Reinauguração do Ginásio traz ídolos e nova equipe». vasco.com.br. 12 de janeiro de 2016 
  122. «Da reforma do ginásio ao título da Liga Ouro: a saga vascaína até o NBB». globoesporte.com. 11 de junho de 2016. Consultado em 11 de junho de 2016 
  123. «Vasco inaugura ginásio poliesportivo Antônio Soares Calçada». vasco.com.br. 14 de agosto de 2014. Consultado em 28 de dezembro de 2015 
  124. «Morre Antônio Soares Calçada, presidente mais vitorioso da história do Vasco». O Globo. 5 de agosto de 2019. Consultado em 11 de janeiro de 2024 
  125. Janeiro, Por André Casado Rio de (21 de dezembro de 2011). «Dinamite atrasa, mas inagura novo ginásio que leva nome de Calçada». globoesporte.com. Consultado em 11 de janeiro de 2024 
  126. «Colégio Vasco da Gama». Site Oficial do Vasco. Consultado em 2 de janeiro de 2024 
  127. «Colégio Vasco da Gama completa 13 anos de existência». vasco.com.br. 8 de março de 2017. Consultado em 8 de março de 2017 
  128. «Novo Colégio Vasco da Gama». Fattoria. Consultado em 2 de janeiro de 2024 
  129. «Colégio Vasco da Gama». vasco.com.br. Consultado em 13 de dezembro de 2015 
  130. «O legado da reinauguração do Colégio Vasco da Gama». SuperVasco. 15 de outubro de 2020. Consultado em 11 de janeiro de 2024 
  131. «PRESIDENTE FLEUMÁTICO». Museu da Pelada. 3 de agosto de 2020 
  132. «Os maiores da Colina passaram por aqui!». Vasco Futsal. Consultado em 20 de julho de 2023 
  133. «Capela Nossa Senhora das Vitórias». Site Oficial do Vasco. Consultado em 2 de janeiro de 2024 
  134. «Time mais católico do Brasil, Vasco mantém capela em estádio - 26/11/2011 - Esporte». Folha de S.Paulo. 11 de janeiro de 2024. Consultado em 11 de janeiro de 2024 
  135. «Capela de Nossa Senhora das Vitórias completa 61 anos». vasco.com.br. 15 de agosto de 2016. Consultado em 16 de agosto de 2016 
  136. «Lancenet: Vasco terá decisão sobre estádio em abril». Consultado em 6 de fevereiro de 2008 
  137. «Corpo de Eurico Miranda é velado em capela de São Januário». Lance!. Consultado em 12 de março de 2019 
  138. «Cercado pelas taças que conquistou com o Vasco, Antônio Calçada é velado em São Januário». ge.globo. Consultado em 5 de agosto de 2019 
  139. «Após nove meses, Eurico Miranda inaugura o Caprres em São Januário». globoesporte.com. 22 de julho de 2016. Consultado em 25 de julho de 2016 
  140. «Vasco inaugura centro de saúde 'mais moderno da América Latina'». Uol. 22 de julho de 2016 
  141. «Obra do Caprres entra em reta final; Eurico definirá inauguração». globoesporte.com. 17 de maio de 2016. Consultado em 17 de maio de 2016 
  142. «Caprres/Base é inaugurado no Complexo Esportivo». vasco.com.br. 29 de dezembro de 2016. Consultado em 29 de dezembro de 2016 
  143. «Vasco inaugura mais um braço do Caprres: o Olímpico e Paralímpico». Lance!. 3 de outubro de 2017 
  144. «Vasco lança "vaquinha" e mira R$ 6 milhões para construir 1ª parte do CT». www.uol.com.br. Consultado em 7 de maio de 2023 
  145. «Vasco inaugura novo CT com homenagem a Barbosa e planeja mudança do futebol». ge. Consultado em 7 de maio de 2023 
  146. «Torcida escolhe Moacyr Barbosa como novo nome do CT – Vasco da Gama». Consultado em 7 de maio de 2023 
  147. a b «CT da Base do Vasco leva nome de importante Almirante da Ditadura Militar - Papo na Colina - Notícias do Vasco da Gama». 10 de agosto de 2020. Consultado em 30 de abril de 2023 
  148. Brasília, Redação Jornal de (3 de fevereiro de 2020). «Almirante visita ditador». Jornal de Brasília. Consultado em 30 de abril de 2023 
  149. a b «Site Oficial do Club de Regatas Vasco da Gama: CT Almirante Heleno Nunes». Consultado em 5 de maio de 2016. Cópia arquivada em 2 de junho de 2016 
  150. «Luta pelo terreno do CT se arrastou por 32 anos». SuperVasco. 21 de agosto de 2006. Consultado em 3 de fevereiro de 2024 
  151. lance. «Vasco abre Centro de Treinamento para o futebol feminino em Caxias». Terra. Consultado em 1 de maio de 2023 
  152. a b «Site Oficial do Club de Regatas Vasco da Gama: Sede Náutica da Lagoa». Consultado em 5 de maio de 2016. Cópia arquivada em 2 de junho de 2016 
  153. «Site Oficial do Club de Regatas Vasco da Gama: Calabouço da Lagoa». Consultado em 5 de maio de 2016. Cópia arquivada em 2 de junho de 2016 
  154. «Dinamarca aluga sede do Vasco no Calabouço». oglobo.com. Consultado em 5 de maio de 2016 
  155. a b c d e «Símbolos do Vasco da Gama». vasco.com.br. Consultado em 18 junho de 2017. Cópia arquivada em 6 de dezembro de 2015 
  156. Hübner, Postado por Henrique. «BREVÍSSIMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE A CRUZ DO CLUB DE REGATAS VASCO DA GAMA». Consultado em 26 de julho de 2021 
  157. Hübner, Postado por Henrique. «A CRUZ ENCARNADA DO VASCO É A CRUZ DA ORDEM DE CRISTO». Consultado em 26 de julho de 2021 
  158. Buzato, Juliano (21 de agosto de 2019). «Malta, Pátea ou Ordem de Cristo. Qual cruz é o símbolo do Vasco da Gama? » Mantos do Futebol». Mantos do Futebol. Consultado em 24 de janeiro de 2024 
  159. «A Ordem Militar de Cristo». Consultado em 7 de dezembro de 2011. Arquivado do original em 1 de agosto de 2013 
  160. «A colina que virou Barreira: o Vasco e sua relação com a comunidade». ge. 21 de agosto de 2017. Consultado em 24 de janeiro de 2024 
  161. a b c d e f g h i j k Buzato, Juliano (25 de março de 2014). «História da camisa do Vasco da Gama » Mantos do Futebol». Mantos do Futebol. Consultado em 22 de maio de 2024  Erro de citação: Código <ref> inválido; o nome ":2" é definido mais de uma vez com conteúdos diferentes
  162. «Você sabia? Faixa no uniforme do Vasco é homenagem ao 'heroico português'». www.band.uol.com.br. Consultado em 7 de abril de 2023 
  163. Buzato, Juliano (22 de agosto de 2020). «Curiosidades sobre as camisas do Vasco da Gama » Mantos do Futebol». Mantos do Futebol. Consultado em 7 de abril de 2023 
  164. a b Buzato, Juliano (14 de dezembro de 2018). «Qual é a camisa titular do Vasco da Gama, a preta ou a branca? » Mantos do Futebol». Mantos do Futebol. Consultado em 1 de fevereiro de 2024 
  165. «Curiosidades sobre as camisas do Vasco da Gama » Mantos do Futebol». Mantos do Futebol. 22 de agosto de 2020. Consultado em 11 de janeiro de 2021 
  166. Hübner, Postado por Henrique. «HÁ 73 ANOS, FUTEBOL DO VASCO VESTIA-SE COM O SEU UNIFORME DE HONRA». Consultado em 23 de julho de 2021 
  167. «Camisas de Corinthians e Vasco entram em lista de uniformes mais bonitos da década». Globo Esporte. 2 de janeiro de 2020. Consultado em 4 de dezembro de 2021 
  168. a b c «Hino do Vasco: veja letra, origem e história da música». ge. 18 de novembro de 2023. Consultado em 25 de janeiro de 2024 
  169. «Dicionário ilustrado do futebol». Placar. Abril. 24 de outubro de 1980. p. 81 
  170. Molas, Lorenzo (30 de junho de 1944). «O Almirante <<Achará>> o Submarino?». Jornal dos Sports. Consultado em 30 de agosto de 2020 – via Biblioteca Nacional Digital 
  171. «Uma pedrinha na shooteira». Jornal dos Sports. 2 de novembro de 1944. p. 6. Consultado em 7 de setembro de 2020 – via Biblioteca Nacional Digital 
  172. «Vasco tira mascote do papel e põe novo modelo do Almirante à venda». Globo Esporte. 3 de outubro de 2012. Consultado em 30 de agosto de 2020 
  173. Braz, Bruno (19 de agosto de 2020). «Vasco apresentará nesta segunda-feira novo mascote, o Almirante "Pistola"». Super Vasco. Consultado em 30 de agosto de 2020 
  174. «Bravos até quando vencem: confira mascotes "pistolas" dos clubes». Lance!. 30 de janeiro de 2020. Consultado em 30 de agosto de 2020 – via R7 
  175. a b c d Nascimento, Alvaro do (14 de janeiro de 1956). «Dominou o esporte da cidade e foi um ídolo do Vasco da Gama». Manchete Esportiva. Consultado em 29 de agosto de 2020 – via Biblioteca Nacional Digital 
  176. Lima, André Felipe de (6 de março de 2017). «OTELO CAÇADOR, O REI DO HUMOR DO FUTEBOL». Museu da Pelada. Consultado em 29 de agosto de 2020 
  177. a b «Em clima de Semana Santa, Santos recebe Vasco na Copa do Brasil». CBF. 17 de abril de 2019. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  178. «Um em cada cinco brasileiros torce para o Flamengo, aponta Datafolha». Folha de S.Paulo. 17 de setembro de 2019. Consultado em 19 de setembro de 2019 
  179. «Segundo pesquisa Datafolha, um em cada cinco brasileiros é torcedor do Flamengo». Globoesporte.com. 17 de setembro de 2019. Consultado em 19 de setembro de 2019 
  180. lance. «'A história do Vasco era para ser estudada na escola', diz historiador». Terra. Consultado em 3 de fevereiro de 2024 
  181. «Torcidas organizadas do Brasil: conheça quais são as maiores». CNN Brasil. Consultado em 3 de fevereiro de 2024 
  182. «A força da torcida do Vasco dentro e fora do Brasil». SuperVasco. 22 de junho de 2023. Consultado em 3 de fevereiro de 2024 
  183. «Eleição: Ira Jovem parabeniza Pedrinho: 'Ao Vasco, tudo'» 
  184. «Cópia arquivada». Consultado em 15 de outubro de 2015. Arquivado do original em 25 de setembro de 2017 
  185. «Mancha Negra Vasco». Mancha Negra Vasco 
  186. «Torcidas organizadas do Brasil: conheça quais são as maiores». CNN Brasil. Consultado em 20 de maio de 2024 
  187. «Flamengo x Vasco: retrospecto histórico e curiosidades sobre o confronto». OneFootball (em espanhol). 5 de março de 2023. Consultado em 13 de fevereiro de 2024 
  188. Farah, Yoosof. «Clássico dos Milhões: World Football's Fiercest Rivalry?». Bleacher Report (em inglês). Consultado em 3 de fevereiro de 2024 
  189. «100 anos do Clássico dos Milhões: A verdadeira origem da rivalidade entre Vasco e Flamengo». Ludopédio. Consultado em 3 de fevereiro de 2024 
  190. DECKER, Augusto (12 de fevereiro de 2016). «Os apelidos dos clássicos, dos 'milhões' de Vasco e Flamengo ao eterno Fla-Flu.». Jornal O Globo. Consultado em 9 de abril de 2020 
  191. «Clássico de opostos: Vasco tem mais vitórias, e Botafogo, títulos | Blog Numerólogos». globoesporte.com. 30 de abril de 2016. Consultado em 13 de fevereiro de 2024 
  192. Revista Placar - Os grandes clássicos, de maio de 2005, página 40.
  193. «Confronto entre Vasco e Botafogo tem a maior diferença de vitórias entre os clássicos nacionais». www.lance.com.br. Consultado em 3 de fevereiro de 2024 
  194. «Confira o retrospecto entre Vasco e River Plate-ARG». www.lance.com.br. Consultado em 13 de fevereiro de 2024 
  195. «Vasco e River Plate têm rivalidade histórica que virou até música; entenda». ESPN.com. 17 de janeiro de 2023. Consultado em 13 de fevereiro de 2024 
  196. «Gigante! Título da Libertadores do Vasco completa 25 anos neste sábado». Terra. 26 de agosto de 2023 
  197. «19 anos depois... Relembre a histórica virada do Vasco sobre o Palmeiras na Copa Mercosul». ge.globo. 20 de dezembro de 2019 
  198. https://www.lance.com.br/futebol-nacional/vasco-campeao-veja-ultimos-dez-campeoes-taca-guanabara.html
  199. «Maiores campeões da Taça Rio». ge.globo. 8 de julho de 2020 
  200. «Placar Magazine». Consultado em 1 de maio de 2022 
  201. «Empenham-se Vasco e Flamengo pela Taça Cidade do Rio de Janeiro». Jornal dos Sports, ed. 09046, pg. 15. Consultado em 1 de maio de 2022 
  202. «Cabo Frio prepara festa para Fla e Vasco». Jornal dos Sports, ed. 13629, pg. 3. Consultado em 1 de maio de 2022 
  203. «France Soir: "O Real Madrid não é o maior time do mundo. Sobre isso, falem com o Vasco da Gama"». Manchete Esportiva RJ, ed. 00084, pg. 34. Consultado em 30 de maio de 2022 
  204. «The Intercontinental Cup, a vestige of trans-continental glory». Site Oficial da FIFA. 1 de agosto de 2013 
  205. «O Estado de S. Paulo - Acervo Estadão» 
  206. «Approval for Refereeing Assistance Programme and upper altitude limit for FIFA competitions». FIFA.com. 15 de dezembro de 2007 
  207. «BBC - A Sporting Nation - Hibernian reach the first European Cup semi-finals 1956». www.bbc.co.uk 
  208. «BBC - A Sporting Nation - Hibernian reach the first European Cup semi-finals 1956». www.bbc.co.uk 
  209. «Site do Hibernian Historical Trust». Consultado em 21 de julho de 2015. Arquivado do original em 24 de setembro de 2015 
  210. Lewis. «FIRSTS - Football - Hibs History - Hibernian Historical Trust - UK». www.hibshistoricaltrust.org.uk 
  211. «Jornal Diário de Lisboa, 08/06/1953, pág.6». Consultado em 10 de fevereiro de 2013. Arquivado do original em 1 de agosto de 2013 
  212. «Jornal Diário de Lisboa, 08/06/1953, pag.7». Consultado em 10 de fevereiro de 2013. Arquivado do original em 1 de agosto de 2013 
  213. «Reconhecido pela Conmebol como antecedente da Copa Libertadores da América. História da Copa Libertadores no site da Conmebol». Consultado em 21 de maio de 2014. Arquivado do original em 21 de maio de 2014 
  214. «Sessão Solene e Entrega de Prêmios - Federação Metropolitana de Football». Jornal dos Sports. Consultado em 1 de novembro de 2021 
  215. «Torneio Inicio Carioca de Amadores 1941». Consultado em 17 de abril de 2022 
  216. «Desfilam hoje em São Januário os Amadores de Football». Jornal dos Sports. Consultado em 17 de abril de 2022 
  217. «Vencido pelo Vasco o Torneio Início de Amadores». Diário de Notícias. Consultado em 17 de abril de 2022 
  218. «O Aniversário da F.M.F.». Jornal dos Sports. Consultado em 17 de abril de 2022 
  219. «Vasco, de novo Herói do "Initium" de Amadores». Jornal dos Sports. Consultado em 17 de abril de 2022 
  220. «Na 35ª Batalha: O Vasco Encontrou o Seu Waterlloo». Jornal dos Sports, ed. 07521, pg. 09 
  221. «Clube do Mês do Mundo». Consultado em 7 de setembro de 2021 
  222. «Elenco - Profissional Masculino». Vasco da Gama. Consultado em 26 de abril de 2024 
  223. «Maiores Artilheiros da História do Vasco». Lance!. 31 de março de 2020 
  224. «Levantamento do grupo de pesquisas EstudeVasco». Consultado em 10 de março de 2023 
  225. «Levantamento do grupo de pesquisas EstudeVasco». Consultado em 9 de fevereiro de 2024 
  226. «Veja o top 10 jogadores que mais defenderam o Vasco». Onefootball. 18 de abril de 2020 
  227. «Estatuto Club de Regatas Vasco da Gama» (PDF). Conjur. Consultado em 28 de agosto de 2020 
  228. «São Januário - 90 anos». Globo Esporte. Consultado em 22 de agosto de 2020 
  229. «#Vasco120anos: Alvorada abre o dia de comemorações em São Januário». Lance!. 21 de agosto de 2018. Consultado em 21 de agosto de 2020 – via R7 
  230. «Vasco completa 122 anos de vida com comemorações em São Januário». Gazeta Esportiva. 21 de agosto de 2020. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  231. «Em São Januário, alvorada marca aniversário de 119 anos do Vasco». Gazeta Online. 21 de agosto de 2020. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  232. «Via Twitter, Vasco parabeniza Portugal pelo seu dia». Super Vasco. 10 de junho de 2019. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  233. a b c Tainha, Sara (28 de agosto de 2016). «O 'time' português». Correio da Manhã. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  234. a b Braz, Bruno (16 de dezembro de 2019). «Vasco de Portugal foi inspirado no do Rio e fundado após história de amor». UOL. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  235. Álbum dos 60 anos do C.R. Vasco da Gama. 1958. p. 33 
  236. Vieira, Raquel (14 de agosto de 2014). «Embaixador Português e cônsul geral no Brasil visitam a Colina». Club de Regatas Vasco da Gama. Consultado em 21 de agosto de 2020  
  237. «Cônsul de Portugal visita o Complexo Esportivo de São Januário». Club de Regatas Vasco da Gama. 13 de abril de 2018. Consultado em 21 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 15 de abril de 2018 
  238. «Embaixador de Portugal saúda nova diretoria do Vasco da Gama». Mundo Lusíada. 18 de julho de 2008. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  239. «"Vasco" - traço de união entre Brasil e Portugal - celebra hoje 112 anos da sua fundação». Observatório da Emigração. 23 de agosto de 2010. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  240. soumaisvasco, Autor (9 de agosto de 2020). «Vasco: único clube brasileiro com o título de Real concedido pela Casa Real Portuguesa (Patronato Régio)». SOU MAIS VASCO. Consultado em 14 de março de 2021 
  241. Kaz, Roberto. «Eurico, #@*!». Revista Piauí. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  242. «Torcedores do Vasco, portugueses se dividem pelo conterrâneo e rival Jorge Jesus». Extra. 13 de novembro de 2019. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  243. Sequeira, Pedro (8 de agosto de 2016). «Porque vestem os brasileiros a camisola de Portugal?». Diário de Notícias. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  244. Filho, Mário (2003). O negro no futebol brasileiro 4ª ed. Rio de Janeiro: Mauad. p. 121-122 
  245. Filho, Mário (2003). O negro no futebol brasileiro 4ª ed. Rio de Janeiro: Mauad. p. 121 
  246. Coutinho, Renato Soares (2013). Um Flamengo grande, um Brasil maior: o Clube de Regatas do Flamengo e o imaginário político nacionalista popular (1930-1955) (Tese de Doutorado). Departamento de História, Universidade Federal Fluminense (UFF) 
  247. «No Boteco do José». Letras. Consultado em 25 de agosto de 2020 
  248. Soares Coutinho, Renato (julho de 2013). «Flamengo, Vasco e a construção das identidades dos clubes de futebol profissional do Rio de Janeiro» (PDF). XXVII Simpósio Nacional de História. p. 6. Consultado em 28 de janeiro de 2024 
  249. Gregório Júnior, Carlos; Costa, Evandro. «Vasco da Gama e Portugal, campeões com certeza». Clube de Regatas Vasco da Gama. Consultado em 21 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 19 de outubro de 2016 
  250. «Vasco comemora título de Portugal na Eurocopa: 'A colônia está em festa'». Extra. 11 de julho de 2016. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  251. Amato, Gian; Heloísa, Traiano (21 de julho de 2019). «Na busca pela cidadania, netos de portugueses buscam provar ligação afetiva com o país». O Globo. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  252. «Vasco da Gama dá desconto aos sócios que querem... ser portugueses». TVi24. 20 de dezembro de 2019. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  253. Santana, Walmer Peres (20 de agosto de 2017). «Casaca! O grito de guerra do Vasco da Gama». Club de Regatas Vasco da Gama. Consultado em 25 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 12 de outubro de 2020 
  254. a b Bacchi, Rafael de Nadai (6 de setembro de 2014). «Antônio de Almeida Pinho - Para nosso maior mecenas, um estádio inteiro em honra e Glória !». A Glória do Vasco. Consultado em 22 de agosto de 2020 
  255. «São Januário: 89 anos do templo do povo». 21 de abril de 2016. Consultado em 22 de agosto de 2020 
  256. Hübner, Henrique (22 de abril de 2015). «A campanha dos 10 mil». Club de Regatas Vasco da Gama. Consultado em 22 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 27 de abril de 2015 
  257. «Há 95 anos, era inaugurado o busto de Raul da Silva Campos». SuperVasco. 9 de outubro de 2022. Consultado em 28 de janeiro de 2024 
  258. «Resposta Histórica». crvascodagama.com. Consultado em 28 de janeiro de 2024 
  259. a b Marinho, Bruno (5 de agosto de 2019). «Morre Antônio Soares Calçada, presidente mais vitorioso da história do Vasco». O Globo. Consultado em 22 de agosto de 2020 
  260. «Morre Antônio Soares Calçada, presidente mais vitorioso da história do Vasco, aos 96 anos». ESPN. 5 de agosto de 2019. Consultado em 22 de agosto de 2020 
  261. Stein, Leandro (6 de agosto de 2019). «Presidente mais longevo do Vasco, Calçada foi um nome importante na era mais vitoriosa do clube». Trivela. Consultado em 22 de agosto de 2020 
  262. «Nota de falecimento - Antônio Soares Calçada». Club de Regatas Vasco da Gama. 5 de setembro de 2019. Consultado em 22 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 11 de dezembro de 2019 
  263. «Familiares, amigos e ídolos do Vasco dão último adeus a Antônio Soares Calçada». Estadão. 6 de agosto de 2019. Consultado em 22 de agosto de 2020 – via IstoÉ 
  264. Clem, Bryan. «Vasco inaugura ginásio poliesportivo Antônio Soares Calçada». Club de Regatas Vasco da Gama. Consultado em 23 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 19 de janeiro de 2016 
  265. «Vasco decreta três dias de luto pela morte de Calçada». Vasco Notícias. 5 de agosto de 2019. Consultado em 22 de agosto de 2020 
  266. Filho, Mário (2003). O negro no futebol brasileiro 4ª ed. Rio de Janeiro: Mauad. p. 122 e 124 
  267. Filho, Mário (2003). O negro no futebol brasileiro 4ª ed. Rio de Janeiro: Mauad. p. 126 
  268. Filho, Mário (2003). O negro no futebol brasileiro 4ª ed. Rio de Janeiro: Mauad. p. 140 
  269. «Símbolos». Club de Regatas Vasco da Gama. Consultado em 21 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 8 de agosto de 2020 
  270. «'Au au au, tia Leila é bacalhau!'; torcida do Vasco canta por patrocinadora do Palmeiras». ESPN. Consultado em 21 de agosto de 2020 
  271. Santos, João Manuel Casquinha Malaia (2010). Revolução Vascaína: a profissionalização do futebol e a inserção sócio-econômica de negros e portugueses na cidade do Rio de Janeiro (1915-1934) (Tese de Doutorado). Universidade de São Paulo (USP). p. 293 
  272. Santos, João Manuel Casquinha Malaia (2010). Revolução Vascaína: a profissionalização do futebol e a inserção sócio-econômica de negros e portugueses na cidade do Rio de Janeiro (1915-1934) (Tese de Doutorado). Universidade de São Paulo (USP). p. 290 
  273. Santos, João Manuel Casquinha Malaia (2010). Revolução Vascaína: a profissionalização do futebol e a inserção sócio-econômica de negros e portugueses na cidade do Rio de Janeiro (1915-1934) (Tese de Doutorado). Universidade de São Paulo (USP). p. 267 
  274. Filho, Mário (2003). O negro no futebol brasileiro 4ª ed. Rio de Janeiro: Mauad. p. 122 
  275. Filho, Mário (2003). O negro no futebol brasileiro 4ª ed. Rio de Janeiro: Mauad. p. 123 
  276. Coutinho, Renato Soares (2013). Um Flamengo grande, um Brasil maior: o Clube de Regatas do Flamengo e o imaginário político nacionalista popular (1930-1955) (Tese de Doutorado). Departamento de História, Universidade Federal Fluminense (UFF). p. 125 
  277. Pires, Breiller (7 de abril de 2019). «Vasco da Gama, o clube que abriu as portas do futebol para os negros». El País. Consultado em 24 de agosto de 2020 
  278. Coutinho, Renato Soares (2013). Um Flamengo grande, um Brasil maior: o Clube de Regatas do Flamengo e o imaginário político nacionalista popular (1930-1955) (Tese de Doutorado). Departamento de História, Universidade Federal Fluminense (UFF). p. 127 
  279. «Camisa em homenagem a Portugal chegou a lojas do Vasco na última terça». Globo Esporte. 5 de junho de 2014. Consultado em 21 de agosto de 2020 – via Super Vasco 
  280. https://www.vasco.com.br/site/noticia/detalhe/20556  Em falta ou vazio |título= (ajuda) Arquivado em 18 de outubro de 2020, no Wayback Machine.
  281. «Tetra-campeão Brasileiro e que revelou a "Rainha Marta"». vasco.com.br. Consultado em 16 de janeiro de 2016. Cópia arquivada em 21 de janeiro de 2016 
  282. «Equipe adulta do Vasco se prepara para estreia no Campeonato Brasileiro». vasco.com.br. 16 de janeiro de 2016. Consultado em 16 de janeiro de 2016. Cópia arquivada em 25 de fevereiro de 2016 
  283. «Vasco perde para o Corinthians em sua despedida do Brasileiro». vasco.com.br. 17 de fevereiro de 2016. Consultado em 17 de fevereiro de 2016. Cópia arquivada em 25 de fevereiro de 2016 
  284. «Vasco vence o Aliança na estreia da Série A2 do Campeonato Brasileiro». vasco.com.br. 31 de março de 2019. Consultado em 1º de abril de 2019. Cópia arquivada em 2 de abril de 2019 
  285. «Descubra homônimos do Vasco pelo Brasil». Sambafoot. 3 de janeiro de 2023 
  286. «Vasco da Gama celebra 40 anos». Notícias de Fátima. 4 de março de 2021 
  287. «Clube Desportivo e Recreativo Vasco da Gama». Consultado em 5 de maio de 2023 
  288. «Resumo Histórico do Clube de Futebol Vasco da Gama». Magazine A Praça. Consultado em 31 de agosto de 2021 
  289. «GD Vasco da Gama de Candosa». Consultado em 5 de maio de 2023 
  290. «Vasco da Gama Paris». Consultado em 31 de agosto de 2021 
  291. «Vasco da Gama comemorou 36 anos de existência». Câmara Municipal do Montijo. 30 de maio de 2017 
  292. «Down The Memory Lane: P&T Vasco Dagama Of Enugu». Exclusive News. 26 de setembro de 2022 
  293. «GD Club Deportivo Vasco de Gama Chancay». Consultado em 5 de maio de 2023 
  294. «Club Deportivo Vasco da Gama». Consultado em 17 de abril de 2022 
  295. «Clube de Regatas Vasco da Gama». Consultado em 31 de agosto de 2021 
  296. «O Vasquinho da Rua Carvalho de Mendonça». Consultado em 31 de agosto de 2021 
  297. «Tradicional Clube Recreativo Vasco da Gama completa 70 anos de muitas histórias». Globoplay. Consultado em 31 de agosto de 2021 
  298. «Vasco de Americana - Um Cruzmaltino de Glórias». Consultado em 31 de agosto de 2021 
  299. «Grêmio Esportivo e Recreativo Vasco da Gama». Consultado em 9 de janeiro de 2022 
  300. «Vasco da Gama Esporte Clube de Sete Lagoas». Consultado em 31 de agosto de 2021 
  301. Braz, Bruno (6 de dezembro de 2015). «Existe outro Vasco da Gama em Curitiba. E ele está na 2ª divisão.». UOL. Consultado em 31 de agosto de 2021 
  302. «Clubes Filiados à Liga Futebol de São Bernardo do Campo». Federação Paulista de Futebol. Consultado em 30 de agosto de 2021 

Ligações externas