No mundo de Deep Water, sempre houve um interesse constante e em constante evolução. Quer se trate de uma figura histórica, de um fenómeno cultural ou de um tema científico, Deep Water deixou a sua marca na humanidade de uma forma ou de outra. Sua influência se espalhou ao longo do tempo e continua a impactar até hoje. Neste artigo, exploraremos de perto a importância de Deep Water e como moldou a nossa sociedade, bem como as implicações que tem para o futuro. Desde os seus primórdios até a atualidade, Deep Water tem gerado inúmeras discussões, debates e estudos que buscam compreender sua abrangência e significado na vida das pessoas.
Deep Water | |
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Águas Turvas Em Águas Profundas | |
Autor(es) | Patricia Highsmith |
Idioma | Inglês |
País | ![]() |
Gênero | Suspense psicológico |
Arte de capa | Polly Cameron |
Editora | Harper & Brothers |
Lançamento | 1957 |
Páginas | 272 |
ISBN | 978-0-393-32455-6 |
Edição portuguesa | |
Tradução | Sérgio Taipas |
Editora | Dêagá |
Lançamento | 1971 |
Páginas | 299 |
Edição brasileira | |
Tradução | Heloisa Jahn |
Editora | Brasiliense |
Lançamento | 1986 |
Páginas | 302 |
Deep Water é um romance de suspense psicológico escrito por Patricia Highsmith, publicado pela primeira vez em 1957 pela Harper & Brothers. É o quinto romance publicado de Highsmith, o título da obra originalmente sendo The Dog in the Manger. Foi trazido de volta à impressão nos Estados Unidos em 2003 pela W. W. Norton & Company.[1]
A história acompanha a vida de Vic e Melinda Van Allen. Eles formam um casal bastante atraente, bem de vida e endinheirados, porém infelizes. Na tentativa de evitar um eventual divórcio Vic constantemente ignora a infidelidade de Melinda, que o trai com diversos amantes. A vida do casal, no entanto, toma um rumo obscuro quando uma trágica morte ocorre.
Anthony Boucher revisando o livro no The New York Times, elogiou o "atingimento da maioridade como romancista" de Highsmith e observou que Deep Water é "incomparavelmente mais forte em sutileza e profundidade de caracterização" do que seu primeiro romance, Strangers on a Train.[2]
A autora Gillian Flynn disse que o livro virou um de seus favoritos. Em entrevista ao The Wall Street Journal, Flynn afirmou:
Cerca de dez ou quinze anos atrás, o encontrei em uma loja de livros usados. Me lembro de pensar: "Por que ninguém me contou sobre isso?" As pessoas a conhecem pelo Ripley ou Strangers on a Train, mas não sabem muito de suas outras obras. E, sendo um suspense conjugal onde todas as fobias, medos e escuridão são baseados principalmente dentro da casa de um casal, na qual sempre me interessou, aquela guerra cara-a-cara entre marido e mulher.[3]