Neste artigo iremos nos aprofundar no fascinante mundo de Figura de linguagem, explorando suas diferentes facetas, características e possíveis implicações em diversas áreas. Desde a sua origem até à sua relevância hoje, aprofundar-nos-emos numa análise detalhada que nos permitirá compreender a sua importância e influência na sociedade. Através de estudos, entrevistas e exemplos concretos, procuraremos lançar luz sobre Figura de linguagem e o seu impacto no mundo contemporâneo, oferecendo ao leitor uma visão completa e enriquecedora deste emocionante tema.
Figuras de linguagem, figuras de estilo ou figuras de retórica são estratégias que o orador (ou escritor) pode aplicar ao texto para conseguir um determinado efeito na interpretação do ouvinte (ou leitor). Podem relacionar-se com aspectos semânticos, fonológicos ou sintáticos das palavras afetadas.
Frase | Figura de linguagem |
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Minha vida era um palco iluminado (...)[nota 1] | |
Já disse mais de um milhão de vezes! | |
As velas do Mucuripe / vão sair para pescar.[nota 2] | |
O Presidente da República faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei (...)[nota 3] | |
O único sentido oculto das coisas é elas não terem sentido oculto nenhum.[nota 4] | |
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas (...)[nota 5] |
Embora haja mais de uma maneira de classificá-las, as figuras de linguagem podem ser divididas em:
Antítese é a aproximação de ideias contrárias.
Paradoxo consiste na exposição de palavras contrárias.
Fica evidente a diferença entre estas duas figuras de linguagem frequentemente confundidas:
É a figura de linguagem que consiste na utilização de uma palavra ou expressão que não descreve com exatidão o que se quer expressar, mas é adotada por não haver outra palavra apropriada - ou a palavra apropriada não ser de uso comum.
Consiste na fusão de impressões sensoriais diferentes.
Como o próprio nome diz, essa figura de linguagem é uma comparação feita entre dois termos com o uso de um conectivo.
É a figura de palavra em que um termo substitui outro em vista de uma relação de semelhança entre os elementos que esses termos designam
Essa semelhança é resultado da imaginação, da subjetividade de quem cria a metáfora.
É uma figura de estilo (figura de linguagem) que consiste em empregar deliberadamente termos ou expressões depreciativas, sarcásticas ou chulas para fazer referência a um determinado tema, coisa ou pessoa, opondo-se assim, ao eufemismo. Expressões disfêmicas são frequentemente usadas para criar situações de humor.
É a figura de linguagem que consiste no exagero.[2]
É a figura de linguagem que consiste no emprego de um termo por outro, dada a relação de semelhança ou a possibilidade de associação entre eles. Definição básica: Figura retórica que consiste no emprego de uma palavra por outra que a recorda.
É uma figura de estilo que consiste em atribuir a objetos inanimados ou seres irracionais sentimentos ou ações próprias dos seres humanos.[3]
Consiste no emprego de palavras para indicar o ser através de algumas de suas características ou qualidades.[5]
Consiste em apresentar um termo em sentido oposto.[8]
Consiste em suavizar um contexto.[9] Trata-se de utilizar uma palavra ou acepção mais agradável para se referir a outra menos agradável.