No mundo de hoje, Forte da Ameixoeira chamou a atenção de milhões de pessoas em todo o mundo. O seu impacto abrange diferentes áreas da sociedade, desde a política à cultura popular. Neste artigo, exploraremos a fundo o fenômeno Forte da Ameixoeira e analisaremos sua influência em nosso dia a dia. Das suas origens à sua relevância hoje, mergulharemos nos detalhes mais importantes que cercam Forte da Ameixoeira e examinaremos criticamente o seu papel na nossa sociedade. Através desta análise abrangente, esperamos fornecer uma visão mais completa e detalhada de Forte da Ameixoeira e de sua importância no mundo moderno.
Esta página ou seção foi marcada para revisão devido a incoerências ou dados de confiabilidade duvidosa. |
Forte da Ameixoeira | |
---|---|
Informações gerais | |
Aberto ao público | ![]() |
Estado de conservação | Bom |
Património de Portugal | |
SIPA | 12712 |
Geografia | |
País | Portugal |
Localização | Santa Clara |
Coordenadas | 38° 47′ 11″ N, 9° 09′ 07″ O |
Localização em mapa dinâmico |
O Forte de D. Carlos I, popularmente conhecido como Forte da Ameixoeira, localiza-se na antiga freguesia da Ameixoeira, atualmente freguesia de Santa Clara, concelho e distrito de Lisboa, em Portugal. Funciona, atualmente, como sede do Serviço de Informações de Segurança.
Ergue-se em posição dominante sobre uma colina, vizinho à antiga Estrada Militar que interligava as fortificações que constituíam o perímetro do Campo Entrincheirado de Lisboa, entre Sacavém e Algés.
Este forte foi erguido ao final do século XIX, assim como outros que lhe são contemporâneos ao longo da antiga via militar, com a função de servir como defesa última da capital, integrando o Campo Entrincheirado de Lisboa.
No início do século XX, no contexto da crise que conduziu à queda da Primeira República e à implantação do Estado Novo no país, o forte sofreu um assalto numa tentativa de golpe militar, a 13 de Agosto de 1924. A ação teria sido articulada por um comité integrado por João Lopes da Silva Martins Júnior, que desejava pôr o partido radical no poder tendo como chefe Gomes da Costa, e como futuro ministro do Trabalho José Carlos Rates, Secretário-geral do Partido Comunista Português.
Ao longo de sua história, o forte foi utilizado como quartel militar e como fábrica de munições.
Atualmente encontra-se inscrito numa zona degradada da cidade em fase de requalificação.
A cerca de cinquenta metros dos seus muros passa o novo troço do Eixo Norte-Sul, o que provocou a construção de um túnel.