George Curzon, 1.º Marquês Curzon de Kedleston

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George Curzon, 1.º Marquês Curzon de Kedleston
George Curzon, 1.º Marquês Curzon de Kedleston
Curzon amb les gal·les de virrei de la Índia
Nascimento 11 de janeiro de 1859
Kedleston Hall
Morte 20 de março de 1925 (66 anos)
Londres
Sepultamento Derbyshire, All Saints Church, Kedleston
Cidadania Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda
Progenitores
  • Alfred Curzon, 4th Baron Scarsdale
  • Blanche Senhouse
Cônjuge Grace Curzon, Mary Curzon
Filho(a)(s) Cynthia Mosley, Mary Irene Curzon, Alexandra Naldera Curzon
Irmão(ã)(s) Francis Nathaniel Curzon, Geraline Emily Curzon
Alma mater
Ocupação explorador, político, diplomata, viajante
Distinções
Título Marquess Curzon of Kedleston, Earl Curzon of Kedleston, Baron Ravensdale, Viscount Scarsdale, Earl of Kedleston, Baron Curzon of Kedleston
Religião anglicanismo

George Nathaniel Curzon, 1.º Marquês Curzon de Kedleston KG, GCSI, GCIE, PC (11 de janeiro de 185920 de março de 1925) foi um nobre, diplomata, geógrafo político e estadista britânico.[1]

Estudou no Balliol College da Universidade de Oxford, tendo sido, posteriormente, chanceler da mesma universidade. Foi governador-geral da Índia (1899-1905) e depois secretário de estado no Foreign and Commonwealth Office, cargo equivalente ao de ministro dos negócios estrangeiros. Foi também líder do Partido Conservador britânico e cavaleiro da Ordem da Jarreteira. Deteve numerosos cargos políticos e acadêmicos, tendo escrito numerosas obras sobre geopolítica. Foi dado seu nome à linha Curzon, proposta linha de armistício de 1920 entre a Polónia e a República Soviética Russa.

Lord Curzon foi presidente da Real Sociedade Geográfica do Reino Unido.

Casou-se duas vezes, causando escândalo o seu namoro com a famosa escritora britânica Elinor Glyn. Tendo comprado e restaurado na íntegra o Castelo de Bodiam, em East Sussex, Inglaterra.

Referências

  1. «George Curzon, 1.º Marquês Curzon de Kedleston». Encyclopædia Britannica Online (em inglês). Consultado em 13 de agosto de 2020 
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