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Joseph Maréchal | |
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Nascimento | 1 de junho de 1878 Charleroi, Bélgica |
Morte | 11 de dezembro de 1944 (66 anos) Leuven, Bélgica |
Nacionalidade | Belga |
Alma mater | Universidade Católica de Lovaina |
Magnum opus | Le point de départ de la métaphysique |
Campo(s) | Psicologia, Filosofia e Teologia |
Joseph Maréchal (Charleroi, 1 de junho de 1878 — Leuven, 11 de dezembro de 1944) foi um psicólogo, filósofo e padre jesuíta belga. É o fundador da escola filosófica conhecida como Tomismo Transcendental que tentou unir o pensamento teológico de Tomás de Aquino com o idealismo transcendental de Immanuel Kant. Maréchal influenciou vários filósofos e teólogos católicos, em especial Karl Rahner.[1]
Após completar o ensino secundário no collège du Sacré-Cœur em Charleroi, Joseph Maréchal entrou para a Companhia de Jesus em 1895. Ainda antes de estudar teologia, Maréchal doutorou-se em ciências naturais pela Universidade Católica de Lovaina em 1905. Após a obtenção do título acadêmico, foi ordenado sacerdote em 1908.[2]
Maréchal se manteve particularmente interessado na psicologia experimental do início do Século XX. Em 1911 ele trabalhou no laboratório de Wilhelm Wundt, em Munique.[3] Em paralelo, por influência particular de Papa Leão XIII, aprofundou-se no estudo do tomismo e passou a compará-lo com as correntes filosóficas e científicas contemporâneas. Fundamentado nessa comparação, escreveu sua obra metafísica em cinco tomos, publicados entre 1922 e 1947.[2]
Problemas de saúde o forçaram a deixar a cátedra. Com isso passou a dedicar-se à escrita. Em meio aos bombardeios ocorridos na Segunda Guerra Mundial, o mosteiro jesuíta em que vivia foi destruído, e Marechal perdeu parte de seus registros. Ele morreu em Dezembro de 1944 em Leuven.[2]
A relação entre espiritualidade e psicologia foi o cerne do interesse de Maréchal na psicologia experimental. Ele escreveu uma série de artigos sobre o tema entre 1924 e 1937 publicados em dois volumes. De acordo com Pierre Colin, ao reinterpretar Kant sob uma perspectiva tomista, Maréchal inspirou a ideia de Karl Rahner de que "a estrutura da mente humana é capaz de receber uma revelação histórica."[2][3]
"Como os conceitos qualitativos se unem aos quididativos? Sob a perspectiva quididativa, a escala dos conceitos se define no primeiro e único conceito de fato: o ente. O ente só pode se unir ao grau individual da escala qualitativa por meio de conceitos dependentes. O que sabemos a priori sobre tais conceitos? Em rigor, só sabemos que devem ser muitos e que devem dividir o ser unívoco, como Aristóteles o fez em suas categorias. Existem os conceitos universais aplicáveis às duas ordens sempre: o belo, o bom e a verdade."[4]