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Este artigo ou secção contém uma lista de referências no fim do texto, mas as suas fontes não são claras porque não são citadas no corpo do artigo, o que compromete a confiabilidade das informações. (Setembro de 2009) |
Mary Astor | |
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Mary Astor em trailer de The Hurricane. | |
Nome completo | Lucile Vasconcellos Langhanke |
Outros nomes | The Cameo Girl Rusty |
Nascimento | 3 de maio de 1906 Quincy, Illinois |
Nacionalidade | norte-americana |
Morte | 25 de julho de 1987 (81 anos) Los Angeles (Califórnia), Estados Unidos |
Ocupação | Atriz |
Atividade | 1921 - 1980 |
Cônjuge | Thomas Gordon Wheelock (1945 - 1955) Manuel del Campo (1937 - 1942) Dr. Franklyn Thorpe (1931 - 1935) Kenneth Hawks (1928 - 1930) |
Oscares da Academia | |
Melhor Atriz Coadjuvante 1942 - The Great Lie |
Mary Astor (Quincy, 3 de maio de 1906 — Los Angeles, 25 de setembro de 1987) foi uma atriz norte-americana.
Nascida Lucile Vasconcellos Laghanke, era filha de um imigrante alemão, Otto Ludwig Langhanke, e de uma estadunidense de Illinois, Helen Marie Vasconcellos, descendente de portugueses e irlandeses. Iniciou a carreira no cinema com pequenas participações, e muitas vezes não creditada, em 1921, no filme Sentimental Tommy ("Tommy, o Sentimental"), aos 15 anos de idade, em uma cena que acabou sendo cortada do filme.
Fez a partir de então pequenos papéis, até que em 1924 John Barrymore a impôs como sua parceira no filme Beau Brummel ("O Belo Brummel"). Teve uma vida agitada: um tempestuoso caso com Barrymore, quatro casamentos, foi vítima do alcoolismo e teve uma tentativa de suicídio. Quando foi ao tribunal lutar pela custódia da filha, na década de 30, a revelação de seu diário íntimo foi um dos grandes escândalos da época, e sua carreira sofreu uma queda.
Teve uma filha com o segundo marido, e um filho, Antonio, do terceiro casamento com Manuel del Campo.
Escreveu duas autobiografias: My Story e Life on Film, mas após uma doença cardíaca, começou a escrever novelas, num asilo para artistas, na Califórnia.
O trabalho da atriz, seja como heroína ou como vilã, misturava sempre sua beleza sombria com sensualidade. A consagração veio em 1941, com o Oscar de melhor atriz (coadjuvante/secundária) pela atuação no filme A Grande Mentira.
Precedida por Jane Darwell por The Grapes of Wrath |
Oscar de melhor atriz (coadjuvante/secundária) por The Great Lie 1942 |
Sucedida por Teresa Wright por Mrs. Miniver |