Hoje em dia, Peças de xadrez é um tema que desperta grande interesse na sociedade. (Nome da pessoa) é uma figura que tem chamado a atenção de milhões de pessoas em todo o mundo. Desde a sua descoberta chocante até às suas conquistas mais recentes, Peças de xadrez deixou uma marca indelével na história. Neste artigo exploraremos a fundo a vida e obra de Peças de xadrez, analisando o seu impacto em diversas áreas e desvendando os motivos que o tornaram uma referência para as gerações futuras. Junte-se a nós nesta jornada de descoberta e admiração por Peças de xadrez.
No xadrez, cada jogador conta com um conjunto idêntico de peças, ou trebelhos[1][2] diferindo na cor, sendo um conjunto na cor preta e outro na cor branca. As regras da FIDE para competições oficiais determinam que o material deve seguir o Modelo Staunton e ser de plástico ou madeira (variedades típicas incluem mogno, cedro, marfim vegetal (jarina) e cerejeira. É usual a combinação de imbuia para as partes escuras com pau-marfim para as partes claras).
No xadrez, a palavra "peça" tem três significados, dependendo do contexto:
O contexto deve fazer a intenção do significado clara.[6][3]
Cada conjunto conta com as seguintes peças:
As peças ficam em formação no fundo do tabuleiro, nas linhas 1 e 2 para as peças brancas, e nas linhas 7 e 8 para as peças pretas. Nos quatro cantos, na primeira e última linhas, ficam as Torres. Ao lado destas, nas mesmas linhas, ficam os Cavalos e, ao lado destes, ficam os Bispos. Nas duas casas centrais ficam o Rei e a Dama, sendo que a Dama é colocada na casa de mesma cor da própria peça (a regra é conhecida como "dama na cor"), ou seja, à esquerda para o jogador das peças brancas, e à direita para as peças pretas. Na outra casa central, ficam os Reis. Nas linhas seguintes (linhas 2 e 7) ficam os peões.
A FIDE e outras organizações recomendam dimensões específicas para as peças e o tabuleiro de xadrez. As dimensões das peças são relacionadas ao tamanho da lateral das casas do tabuleiro; para torneios oficiais recomenda-se casas com laterais entre 5 cm e 6 cm e conjuntos de peças do padrão Staunton tenha a altura do Rei (peça mais alta) com 9,5 cm (com variações permitidas de até 10%), com base de diâmetro equivalente a algum valor entre 40% e 50% da altura, e demais peças proporcionais. Recomenda-se que o diâmetro da base dos peões seja equivalente a metade da largura das casas do tabuleiro. Ao mesmo tempo, espera-se que essa largura também seja equivalente a 1,25 a 1,30 da largura da base do rei.
Em resumo:
Como ilustração, as conhecidas peças Amazônia tem as seguintes dimensões:
Peça | Base | Altura |
---|---|---|
Rei | 4,5 cm | 10,50 cm |
Dama | 4,0 cm | 9,0 cm |
Bispo | 3,5 cm | 7,7 cm |
Cavalo | 3,5 cm | 7,5 cm |
Torre | 3,5 cm | 6,5 cm |
Peão | 3,2 cm | 6,0 cm |
Mundialmente, muitas peças de xadrez são atualmente feitas na Índia; no Brasil, além dos excelentes trabalhos artesanais em escala limitada, destacam-se os produtos de diversas empresas. Os modelos Staunton são de longe os mais populares, mas há uma enorme variedade de conjuntos temáticos produzidos em todo o mundo, mais para fins de decoração do que de jogo.
Na notação algébrica, as peças recebem o seguinte código:
Peça | Português | Inglês |
---|---|---|
Rei | R | K |
Dama | D | Q |
Bispo | B | B |
Cavalo | C | N |
Torre | T | R |
O peão não recebe nenhum código na notação. Ou seja, se na notação não consta o código da peça, sabe-se que é um peão…
As peças também têm um valor relativo (este valor é relativo por que depende da função da peça na estratégia do jogador, bem como de sua influência no tabuleiro). Geralmente é aceito que as peças tem o seguinte valor:
Peça | Valor | Valor (Escola clássica) |
---|---|---|
Rei | 0 | |
Dama | 9 | 9 |
Torre | 5 | 5,5 |
Bispo | 3 | 6 |
Cavalo | 3 | 5 |
Peão | 1 | 0,5 |
Notas:
O desenvolvimento e forma das peças de xadrez estimulou a imaginação de artistas, artesãos e desenhistas em todos os países e culturas, do qual a sociedade criou peças que refletiam o espírito e cultura do ambiente. A grande maioria dos conjuntos de peças são abstratas, porém mesmo estas têm qualidade artística. Muitas sociedades europeias desenvolveram conjuntos distintos como Lyon, Munique, Nuremberg e Londres, normalmente em madeira, osso e marfim que eram vendidos localmente ou exportados. Alguns dos conjuntos criados no Séc. XVIII foram criados em área conhecidas por trabalho em marfim como Barhampur (Índia), Cantão (China), Dieppe (França) e Kholmogory (Rússia) em padrões, temas e estilos tradicionais próprios. Artistas individualmente criaram peças de alto valor artístico para comemorarem eventos históricos, entretanto não havia a tradição de assinar, registrar ou organizar estes trabalhos permanecendo na atualidade a maioria com autoria desconhecida.[7]
A variação de desenhos disponíveis é grande, com pequenas diferenças cosméticas a representações altamente abstratas de peças temáticas que emulam desenhos do trabalho de Lewis Carroll e tratamentos modernos baseados em Jornadas nas Estrelas ou Os Simpsons, apesar de suas intenções serem normalmente para exibição ao invés da prática do jogo.[8] Alguns trabalhos de artes são conjuntos modernos desenhos de conjuntos de peças de xadrez, tais como o conjunto modernista criado pelo entusiasta do xadrez e dadaísta Man Ray, exibido no Museu de Arte Moderna de Nova Iorque.[9]
Peças de xadrez para o jogo são usualmente figuras mais altas do que largas. Por exemplo o modelo do Rei no padrão Staunton, conjunto de oficial de peças a serem utilizadas em competições da FIDE, consiste numa figura de aproximadamente 9,5 cm com uma base deve ter aproximadamente 40 a 50% da sua altura.[10]
Peças em madeira são normalmente feitas em madeira clara como buxus ou bordo para as peças claras e em ébano para as escuras, ou então são pintadas em preto, marrom ou vermelho. Peças em plástico são feitas em branco ou quase branco e as escuras em preto ou vermelho. Algumas vezes outros materiais como osso, marfim ou materiais compostos.[11]
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