Pré-renderização

Há um interesse crescente em Pré-renderização, seja pelo seu impacto na sociedade, seja pela sua relevância no campo científico. Durante décadas, Pré-renderização chamou a atenção de acadêmicos, profissionais e do público em geral devido à sua importância em diversos aspectos da vida cotidiana. Neste artigo exploraremos diferentes facetas de Pré-renderização, desde sua origem e evolução até sua influência hoje. Analisaremos como Pré-renderização moldou o mundo em que vivemos e quais perspectivas se abrem em torno deste tema. Além disso, examinaremos as implicações éticas e morais que Pré-renderização pode suscitar, sem descurar os avanços alcançados neste campo.

Pré-renderização é o processo de renderização em que as imagens não são renderizadas em tempo-real pelo hardware de saída ou de exibição do vídeo. O vídeo é gravado com outros equipamentos (geralmente mais potentes que os utilizados para a exibição do vídeo posteriormente processado. Arquivos de vídeos pré-renderizados (geralmente filmes) também podem ser disponibilizados para terceiros. Arquivos pré-renderizados são usados quando o processamento em tempo real não é possivel para obter o mesmo resultado.

O primeiro jogo eletrônico a usar pré-renderização foi o jogo de arcade Xevious (1982).[1] Outros exemplos incluem Alone in the Dark (1992), Myst (1993), Donkey Kong Country (1994), Resident Evil (1996), Final Fantasy VII (1997), Parasite Eve (1998), Fear Effect (2000) e Onimusha: Warlords (2001).

Ver também

Referências

  1. «Top 100 Games of All Time». Next Generation (21). Imagine Media. Setembro de 1996. p. 39