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A Ponte do Rio Kwai | |
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The Bridge on the River Kwai | |
Cartaz promocional | |
1957 • cor • 161 min | |
Género | filme de guerra filme de drama |
Direção | David Lean |
Produção | Sam Spiegel |
Roteiro | Michael Wilson Carl Foreman |
Elenco | William Holden Alec Guinness Jack Hawkins Sessue Hayakawa |
Música | Malcolm Arnold |
Cinematografia | Jack Hildyard |
Edição | Pater Taylor |
Companhia(s) produtora(s) | Horizon Pictures |
Distribuição | Columbia Pictures |
Lançamento | 2 de outubro de 1957 |
Idioma | inglês japonês tailandês |
Orçamento | US$ 3 milhões |
Receita | US$ 27 200 000 |
The Bridge on the River Kwai (bra/prt: A Ponte do Rio Kwai)[1][2] é um filme britano-norte-americano de 1957, dirigido por David Lean, com roteiro baseado no romance de Pierre Boulle Le pont de la rivière Kwai de 1952.
É considerado um dos maiores clássicos da história do cinema, ganhando 7 Oscars e sendo eleito o 13.º melhor filme da história do cinema estadunidense pelo American Film Institute.[3] Foi selecionado para preservação na Biblioteca do Congresso.
O filme foi rodado no Sri Lanka, com umas poucas cenas feitas na Inglaterra.
Os autores do roteiro, Carl Foreman e Michael Wilson, estavam na "lista negra" de Hollywood, acusados de pertencer a organizações comunistas, pelo que tiveram de trabalhar secretamente, e sua contribuição não foi credenciada na primeira versão. Por essa razão, o prêmio Oscar ao melhor roteiro adaptado foi concedido unicamente a Pierre Boulle, autor do romance original, que nem sequer sabia inglês. Em 1984, a Academia concedeu um prêmio póstumo aos dois roteiristas.
Enquanto no filme os prisioneiros construíram a ponte em dois meses, a empresa britânica contratada cobrou 250 mil dólares para construí-la e levou oito meses para finalizá-la, usando 500 trabalhadores e 35 elefantes.
Durante a Segunda Guerra Mundial, prisioneiros britânicos recebem o encargo dos japoneses de construir em plena selva uma ponte de transporte ferroviário sobre o rio Kwai, na Tailândia. O coronel Nicholson, que está à frente dos prisioneiros, é o oficial britânico que procura uma forma de elevar o moral de seus homens. Vê a ponte como uma forma de conseguí-lo, tendo-os ocupados na construção e fazendo-os sentirem-se orgulhosos da obra. Por sua vez, o major americano Shears, prisioneiro no mesmo campo, só pensa em fugir. Ao final, ele o consegue e, contra a sua vontade, volta algumas semanas depois, guiando um comando inglês, cuja missão é destruir a ponte no instante em que passasse o primeiro trem, para anular a rota de transporte de armas dos japoneses, que pretendiam utilizá-la para invadir a Índia.[4]
Oscar 1958 (Estados Unidos)[5]
Globo de Ouro 1958 (Estados Unidos)
Grammy 1959 (Estados Unidos)
BAFTA 1958 (Reino Unido)
Prêmio David di Donatello 1958 (Itália)
Prémios Sant Jordi 1959 (Espanha)