No mundo de hoje, On the Waterfront é um tema constantemente falado que afeta pessoas de todas as idades e em todas as partes do mundo. O seu impacto não passa despercebido e é inegável a sua relevância em vários aspectos da vida quotidiana. Tanto a nível pessoal como profissional, On the Waterfront tem gerado debate, tem sido objeto de estudo e despertado o interesse de inúmeros especialistas. Ao longo da história, On the Waterfront evoluiu e adaptou-se às mudanças sociais, políticas e tecnológicas, influenciando significativamente a forma como enfrentamos os desafios do presente e do futuro. Neste artigo exploraremos em profundidade o impacto de On the Waterfront e analisaremos a sua influência em diferentes contextos, com o objetivo de compreender melhor a sua importância e as implicações que tem para a sociedade atual.
On the Waterfront | |
---|---|
Cartaz do filme destaca Marlon Brando | |
No Brasil | Sindicato de Ladrões |
Em Portugal | Há Lodo no Cais |
![]() 1954 • pb • 108 min | |
Género | drama |
Direção | Elia Kazan |
Roteiro | Malcolm Johnson Budd Schulberg |
Elenco | Marlon Brando Eva Marie-Saint Karl Malden Lee J. Cobb |
Idioma | inglês |
On the Waterfront (prt: Há Lodo no Cais[1]; bra: Sindicato de Ladrões[2]) é um filme de 1954, do gênero drama, dirigido por Elia Kazan.
Foi muito polémico na sua época, sendo muito criticado pelos partidos de esquerda e pelos sindicatos americanos. Apesar da sua polémica, é considerado uma das melhores obras do cinema mundial, e venceu 8 Óscares da Academia, incluindo os de Melhor Filme, Melhor Actor para Marlon Brando, que tem um dos seus melhores desempenhos neste filme, e de Melhor Realizador para Elia Kazan, destronando o filme «A Janela Indiscreta» de Alfred Hitchcock.
Terry Malloy (Marlon Brando) é um rapaz que vive na zona portuária de Nova Iorque, e trabalha de maneira polivalente, como “pau para toda a obra”, por conta dos gangsters que controlam os sindicatos dos estivadores. O seu chefe, Johnny Friendly (Lee J. Cobb), ao contrário do que diz o seu nome, é um homem brutal e implacável. Porém, sente uma simpatia muito especial por Terry. Este envolve-se no assassínio de um estivador sem querer e conhece a bela Eddie (Eva Marie-Saint), irmã da vítima. Desconhecendo para quem Terry trabalha, Eddie pede-lhe ajuda para desmascarar e acabar com a organização de Friendly. Terry, enquanto o tempo passa, fica cada vez mais apaixonado por Eddie e começa a ter dúvidas sobre a justiça das suas ações e acaba por se virar contra Friendly, ignorando as suas ameaças. Friendly mata o irmão de Terry e este presta declarações à Comissão Contra o Crime. Após um heróico e brutal confronto entre os dois, Terry consegue vencer Friendly e conduz os estivadores para o trabalho livres da exploração e do controlo dos gangsters.
Óscar 1955 (EUA)
BAFTA 1955 (Reino Unido)
Globo de Ouro 1955 (EUA)
Prêmio Bodil 1955 (Dinamarca)
Festival de Veneza 1954 (Itália)
Festival de Veneza 1955 (Itália)