Neste artigo exploraremos em profundidade o tema Instalação (arte), abordando seus aspectos mais relevantes e atuais. Desde as suas origens até ao seu impacto na sociedade atual, passando pelas diferentes abordagens e perspetivas que se desenvolveram ao longo do tempo. Este tema assume hoje a maior importância, pois tem gerado amplo debate e reflexão em diversas áreas, da política à cultura, e marcou uma viragem na forma como abordamos diversos problemas. Ao longo do desenvolvimento deste artigo analisaremos os diferentes aspectos de Instalação (arte), aprofundando suas implicações e gerando um espaço de reflexão crítica em torno deste fenômeno.
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Uma Instalação (krafts) é uma manifestação artística contemporânea composta por elementos organizados em um ambiente. Ela pode ter um caráter efêmero (só "existir" na hora da exposição) ou pode ser desmontada e recriada em outro local. Diferentemente do que ocorre tradicionalmente com as esculturas ou pinturas, a mão do artista não está presente na obra como um item notável.
Uma instalação pode ser multimídia e provocar sensações: táteis, térmicas, odoríficas, auditivas, visuais entre outras.
Surgiu no início do Século XX, com o artista Kurt Schwitters criando composições na década de 20 com diversos objetos dispostos em cômodos, como as obras Merzbal, de 1937, e Aphorism, de 1923. Na década de 1960, o termo instalação foi oficialmente incorporado ao vocabulário das artes visuais.
Atualmente, a instalação mantém-se como um gênero importante e muito difundido. Em virtude da sua flexibilidade e variedade, a sua conceituação tornou-se mais geral do que específica.[1] Desde a década 1980, a voga da instalação leva ao uso e abuso desse gênero de arte em todo o mundo, o que torna impossível cobrir a produção recente.[2]