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O Comitê do Patrimônio Mundial[1] que é o órgão executivo da WHC (World Heritage Convention - Convenção do Patrimônio Mundial)[2] da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), homologou e incluiu, ao longo das 40 (quarenta) sessões ordinárias e deliberativas anuais (a primeira ocorrida em 1977-Paris, França e última em 2015-Bonn, Alemanha),[3] oitenta e nove (89) sítios, distribuídos em trinta e três (33) países, na Lista do Patrimônio Mundial na Região África[4](oficialmente denominados (em inglês) de "state parties"), ou seja, todos eles signatários da Convenção do Patrimônio Mundial. A Etiópia é o país com mais sítios listados, nove (9). Onze países possuem um único sítio que integra a Lista do Patrimônio Mundial. Quatro sítios são transfronteiriços em dois países: o Parque uKhahlamba Drakensberg entre (Lesoto e África do Sul), a Reserva natural integral do Monte Nimba entre (Costa do Marfim e Guiné), os Círculos de pedra da Senegâmbia entre (Gâmbia e Senegal) e a (Mosi-oa-Tunya/Cataratas Vitória) fronteira entre (Zâmbia e o Zimbabwe), e um sítio, sua área, distribui-se por três países, Trinacional Sangha (República Centro-Africana, Camarões e República do Congo).[5] Os primeiros locais do continente foram inscritos em 1978, quando a Ilha de Gorée do Senegal e as Igrejas Escavadas na Rocha de Lalibela da Etiópia foram escolhidas durante a elaboração da primeira lista.
Um local, área ou região incluído como Patrimônio Mundial pela UNESCO vem a ser o reconhecimento da sua inigualável e singular importância para a humanidade. Deve-se fiscalizar e proteger sua preservação e ser monitorada continuadamente.
Abaixo a tabela dos países que integram a denominada Região África, conforme disposto pela WHC (World Heritage Convention - Convenção do Patrimônio Mundial) da UNESCO e os seus respectivos sítios que integram a Lista do Patrimônio Mundial. Em () o ano da inclusão do sítio na lista.