Este artigo abordará a questão Música da Suécia, que se tornou cada vez mais relevante hoje. Desde o seu surgimento, Música da Suécia tem despertado grande interesse em diversos setores, gerando debates e polêmicas em torno do seu impacto social, econômico e cultural. Neste sentido, é essencial analisar em profundidade os diferentes aspectos relacionados com Música da Suécia, bem como as suas implicações a nível global. Da mesma forma, procurará oferecer uma visão abrangente e objetiva deste tema, fornecendo informações fundamentais que permitam ao leitor compreender a sua importância e alcance hoje.
Com o recuo dos glaciares que cobriam a Escandinávia, chegaram os primeiros povoadores no período pré-histórico da Idade da Pedra. Eles traziam consigo experiências e tradições culturais milenárias.[1] Estudos arqueológicos revelam a existência de instrumentos musicais em tempos longíquos, como é o caso da flauta de osso de Falköping (circa 2000-3000 anos a.C.), da flauta de osso de Birka (circa 800-900 d.C.), da trompeta de bronze de Långlöt na Öland (circa 2500-3000 a.C.).[2] No poema inglês Beowulf do século VIII está feita uma referência a "cantos acompanhados por harpa" em honra de grandes heróis do mundo germânico, incluindo os países nórdicos.[3]
O primeiro grande nome da música clássica sueca é Johan Helmich Roman, um compositor do estilo barroco, apelidado de "pai da música sueca".[4][5] Já no período romântico, fortemente influenciado pelos nomes alemães,[4] é Hugo Alfvén o compositor sueco por excelência, notável pelas suas sinfonias corporizando musicalmente a "alma sueca".[6] Na transição do romantismo para o classicismo, esteve Franz Berwald, cuja obra só foi reconhecida após a sua morte.[7]
Na fase neoclássica, Lars-Erik Larsson, costuma ser destacado pela sua sonoridade nórdica.[8] No que diz respeito ao século XX, Hilding Rosenberg costuma ser citado como sua primeira grande figura sueca, com Gosta Nystroem, Dag Wiren e Erland von Koch sendo citados como outros nomes notórios do período.[9]
A música pop sueca tem tido grandes êxitos internacionais desde a década de 1970. Em 1974, o cantor Björn Skifs - com o nome Blue Swede - ascendeu ao topo dos discos single nos Estados Unidos e o grupo ABBA venceu o Festival Eurovisão da Canção. Nos anos 80-90, Roxette alcançou sucesso mundial. Depois deles, foi a vez de Robyn, Ace of Base - e outros - se afirmarem como grandes nomes da música sueca no mundo. [10] [11]
Dentro da Suécia são particularmente conhecidas estas bandas, e ainda outros artistas como Gyllene Tider, Per Gessle, Marie Fredriksson, Tomas Ledin, Björn Skifs, Hammerfall, In Flames, Mando Diao, Carola e etc.
A Suécia tem participado regularmente no Festival Eurovisão da Canção desde 1958, tendo vencido 6 vezes, sendo assim o 2º país com mais vitórias de sempre no concurso.
Ano | Sede | Artista | Canção | Tradução para Português | Compositor | Letrista |
---|---|---|---|---|---|---|
1974 | ![]() |
ABBA | "Waterloo" | Waterloo | Benny Andersson, Björn Ulvaeus | Stikkan Anderson |
1984 | ![]() |
Herreys | "Diggi-Loo Diggi-Ley" | Diggi-Loo Diggi-Ley | Torgny Söderberg | Britt Lindeborg |
1991 | ![]() |
Carola | "Fångad av en stormvind" | Capturada por um tornado | Stephan Berg | Stephan Berg |
1999 | ![]() |
Charlotte Perrelli | "Take Me to Your Heaven" | Me Leve ao seu Céu | Lars Diedricson | Marcos Ubeda |
2012 | ![]() |
Loreen | "Euphoria" | Euforia | Thomas G:son, Peter Boström | Thomas G:son, Peter Boström |
2015 | ![]() |
Mans Zelmerlöw | "Heroes" | Heróis | Linnea Deb, Joy Deb, Anton Hård af Segerstad | Linnea Deb, Joy Deb, Anton Hård af Segerstad |
2016 | ||||||
2023 | LONDRES | Loreen | Tatoo | tatuagem |