Neste artigo vamos nos aprofundar em Matriz energética, um tema de grande relevância na atualidade. Matriz energética é objeto de interesse e debate há muito tempo e a sua importância continua a aumentar em diversas áreas. Desde o seu impacto na vida quotidiana até à sua influência nos campos profissionais e académicos, Matriz energética desempenha um papel fundamental na nossa sociedade. Ao longo deste artigo exploraremos os diferentes aspectos e perspectivas de Matriz energética, analisando a sua evolução ao longo do tempo, as suas implicações em diferentes contextos e as diversas opiniões que existem sobre o mesmo.
A matriz energética é uma representação quantitativa de todos os recursos energéticos disponíveis (em um determinado território, região, país ou continente) para serem utilizados nos diversos processos produtivos.[1]
Um conceito semelhante é o Total Primary Energy Supply (TPES) ou Oferta Total de Energia Primária (OTEP). A OTEP é igual à produção mais as importações, menos exportações, menos depósitos internacionais e mais ou menos a variação de estoques de energia.[2]
A matriz energética brasileira é composta por recursos renováveis, biocombustível, como madeira e álcool, hidrelétricas, carvão mineral, gás natural, urânio, petróleo e derivados.
O Brasil possui uma das matrizes energéticas mais renováveis do mundo industrializado, graças aos seus recursos hídricos, biomassa e etanol, e também graças à energia eólica e solar.
As fontes primárias de energia são os energéticos encontrados na natureza - mas nem sempre adequados para a utilização final dos consumidores. Atualmente, são as seguintes:[3]
A análise da matriz energética é fundamental para orientar o planejamento do setor energético (que reúne as atividades ligadas a produção, transporte, inovação, manejo e venda de produtos energéticos de um país ou região) com a finalidade de garantir a produção, a segurança energética e o uso adequado da energia disponível.