Neste artigo vamos analisar Mitologia banta sob diferentes perspectivas, aprofundando seus aspectos mais relevantes e trazendo novas ideias para melhor compreendê-lo. Mitologia banta é um tema de grande relevância na atualidade, pois tem impacto significativo em diversas áreas da sociedade. Através deste artigo, pretendemos explorar a sua importância em vários contextos e examinar como evoluiu ao longo do tempo. Além disso, focaremos em aspectos específicos que podem não ter sido totalmente explorados, com o objetivo de oferecer uma visão mais completa e enriquecedora sobre Mitologia banta. Da mesma forma, apresentaremos diferentes opiniões e abordagens que nos permitirão compreender a sua complexidade e a sua influência no mundo atual.
A mitologia banto é o sistema de mitos e lendas dos bantos de África. Embora os povos bantos respondam por várias centenas de diferentes grupos étnicos, existe um alto grau de homogeneidade nas culturas banto e mitologias, assim como em línguas bantas. A expressão mitologia banto geralmente refere-se às divindades tradicionalmente cultuadas e aos temas comuns e recorrentes que são encontrados em todas ou a maioria das culturas bantas.
Os bantos que foram escravizados e levados para o Brasil levaram, consigo, cantigas e rezas em quimbundo, quicongo, umbundo e outras línguas bantas. Muitas dessas cantigas e rezas se perderam com o tempo, até mesmo por haver a associação no Brasil com as tradições Jejes e nagôs, que acabaram modificando alguns elementos bantos originais. As divindades bantas (Nkisi - Inquice) que são mais cultuadas nos terreiros de Candomblé Banto no Brasil são:
Acima de tudo, no entanto, está Zambi (um dos seus títulos), Deus criador de todas as coisas. Alguns povos bantos chamam Deus de Calunga; outros nomes ainda associam-se a estes. O culto a Zambi não tem forma nem altar próprio. Só em situações extremas se reza para e se invocar Zambi: geralmente, fora das aldeias, em beira de rios, embaixo de árvores, ao redor de fogueiras etc. Não tem representação física, pois os Bantos o concebem como o "incriado": representá-lo seria um sacrilégio, uma vez que ele não tem forma. No final de todo ritual, Zambi é louvado, pois Zambi é o princípio e o fim de tudo.