Neste artigo, o tema Valsas de Viena será abordado sob diferentes perspectivas, com o objetivo de explorar suas implicações, aplicações e relevância hoje. Seu contexto histórico, seus possíveis impactos em diversas áreas e sua relevância no panorama atual serão analisados detalhadamente. Da mesma forma, serão aprofundadas suas possíveis implicações futuras e discutidos vários pontos de vista sobre Valsas de Viena. Através de um percurso por diferentes abordagens e opiniões, pretende-se proporcionar ao leitor uma visão abrangente e detalhada deste tema, com o objetivo de incentivar o debate e a reflexão.
Waltzes from Vienna | |
---|---|
Valsas de Viena (prt/bra) | |
![]() 1934 • 80 min | |
Gênero | drama biografia romance comédia |
Direção | Alfred Hitchcock |
Produção | Tom Arnold |
Roteiro | Guy Bolton Alma Reville Claude Allain |
Baseado em | Walzer aus Wien, de Guy Bolton e H. Reichert |
Elenco | Esmond Knight Jessie Matthews Edmund Gwenn Fay Compton Frank Vosper |
Música | Louis Levy Hubert Bath Erich Wolfgang Korngold Julius Bittner |
Companhia(s) produtora(s) | Gaumont British Tom Arnold Films |
Idioma | inglês |
Waltzes from Vienna (bra/prt: Valsas de Viena)[1][2], originalmente chamado The Great Waltz[3] e distribuído nos Estados Unidos como Strauss's Great Waltz[3], é um filme estadunidense de 1934, dos gêneros drama, biografia, romance e comédia, dirigido por Alfred Hitchcock[4][5], com roteiro baseado na opereta Walzer aus Wien, com libreto de Alfred Maria Willner, Heinz Reichert e Ernst Marischka e música de Johann Strauss, filho.
Johan Strauss Jr. é forçado por seu pai a esquecer a música e ir trabalhar em uma confeitaria. Lá ele se apaixona por Resi, uma ciumenta garota que tenta impedir que ele componha uma valsa para a rica condessa, após um pedido especial.