Se há algo que sempre nos chamou a atenção é Sarcoma odontogênico. Seja pelo seu impacto na sociedade, pela sua relevância histórica ou pela sua influência na cultura popular, Sarcoma odontogênico capturou a atenção de pessoas em todo o mundo. Neste artigo exploraremos mais detalhadamente o impacto de Sarcoma odontogênico, analisando sua importância em diferentes contextos e oferecendo uma perspectiva única sobre este tema fascinante. Desde as suas origens até ao seu impacto atual, Sarcoma odontogênico deixou uma marca indelével no mundo e estamos entusiasmados por mergulhar nas complexidades e peculiaridades que o tornam tão relevante para tantas pessoas. Então prepare-se para mergulhar no fascinante mundo de Sarcoma odontogênico e descobrir tudo o que este tema tem a oferecer.
O sarcoma odontogênico é um grupo de neoplasias odontogênicas malignas originárias de tecido mesenquimal[1][2]. Anteriormente, a classificação de lesões odontogênicas da OMS trazia subcategorias individuais que foram agrupadas sob uma mesma nomenclatura[1][2].
Clinicamente, o sarcoma odontogênico tende a se apresentar com edema e dor, e os sintomas podem durar de dois meses até 10 anos antes do diagnóstico[3]. O tumor possui comportamento localmente agressivo, podendo causar expansão e perfuração da cortical óssea e deslocamento de dentes[3][4].
Radiograficamente, o sarcoma odontogênico costuma se apresentar como uma lesão radiolúcida multilocular, raramente unilocular, de margens mal delimitadas, com expansão e destruição óssea e possível formação de focos radiopacos[3][5].
Histologicamente, o tumor é caracterizado por um epitélio ameloblástico benigno, e um componente mesenquimal sarcomatoso maligno[4]. Anteriormente, era classificado a partir de alguns subtipos, a partir da formação de tecido mineralizado[1][2]:
Cerca de 10% dos casos possuem formação de matriz mineralizada: a forma mais comum é aquela que não possui matriz mineralizada, o fibrossarcoma ameloblástico, que é considerada a contraparte maligna do fibroma ameloblástico[1][2]. A maior parte dos sarcomas odontogênicos são de baixo grau a intermediário, com alguns relatos de casos anaplásicos[1].
O sarcoma odontogênico pode surgir de novo ou a partir da transformação maligna de um fibroma ameloblástico[1][2][4]. Cerca de 24-30% dos fibrossarcomas ameloblásticos surgem a partir de um fibroma ameloblástico[2][4]. Mutações relacionadas aos genes BRAF V600E foram detectadas em até 71% dos casos, com outras mutações sendo relacionadas à via MAPK/ERK, NRAS, p53 e c-KIT[1][4]. Perda da heterozigose nos cromossomos 3 e 9 também foi relatada[5].
Ocorre principalmente na segunda e terceira décadas de vida, normalmente 10 anos após o fibroma ameloblástico[3]. São mais prevalentes em mandíbula (79% dos casos), especialmente na região posterior, sem diferença de gênero[3]. Os sarcomas odontogênicos são tumores muito raros e correspondem a menos de 5% dos sarcomas da região oral e maxilofacial: atualmente, há registro de 100 casos na literatura[5].
O diagnóstico se dá por exame anatomopatológico[5]. O uso de imuno-histoquímica para marcadores específicos é utilizado no diagnóstico diferencial[3][5]:
O tratamento de escolha é a ressecção cirúrgica com margens amplas[3]. O tumor é localmente agressivo e com taxa de recidiva de 37%, embora metástases à distância sejam mais raras[5]. A dissecção dos linfonodos cervicais não é comum, pela raridade de espalhamento linfonodal local[3]. Nos casos em que há margens cirúrgicas positivas, utiliza-se a radioterapia adjuvante[3]. A quimioterapia não é utilizada pela baixa eficácia: há na literatura relatos de uso da combinação de ifosfamida e doxorrubicina, sem sucesso, com metástase em pulmão após quimioterapia[3].