A questão Transtorno de personalidade evitativa é um aspecto fundamental na vida de muitas pessoas. O seu impacto estende-se a diferentes áreas, desde a saúde à economia, passando pela sociedade e pela cultura. Transtorno de personalidade evitativa tem sido objeto de estudo e interesse ao longo da história e sua relevância continua até hoje. Neste artigo exploraremos diferentes aspectos relacionados a Transtorno de personalidade evitativa, analisando sua importância e aprofundando suas implicações em diversos contextos. Além disso, examinaremos diferentes perspectivas e abordagens que nos ajudarão a compreender melhor a influência de Transtorno de personalidade evitativa em nossas vidas.
Transtorno de personalidade evitativa | |
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Especialidade | psiquiatria, psicologia |
Classificação e recursos externos | |
CID-10 | F60.6 |
CID-9 | 301.82 |
MedlinePlus | 000940 |
eMedicine | 913360 |
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Transtornos de personalidade |
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Cluster A (estranho) |
Cluster B (dramático) |
Cluster C (ansioso) |
Não especificado |
Depressivo |
Outros |
Transtorno de personalidade evitativa[1] é um transtorno de personalidade do grupo C caracterizado por ansiedade e inibição social excessivas, medo de intimidade (apesar de um desejo intenso por ela), sentimentos severos de inadequação e de inferioridade e uma dependência excessiva na evitação de estímulos temidos (por exemplo, isolamento social autoimposto) como um mecanismo de enfrentamento mal-adaptativo.[2] Os afetados geralmente apresentam um padrão de extrema sensibilidade à avaliação negativa e à rejeição, uma crença de que se é socialmente inepto ou pessoalmente desagradável para os outros e evitação da interação social, apesar de um forte desejo por ela.[3] Parece afetar um número aproximadamente igual de homens e mulheres.[1]
Pessoas com esse transtorno geralmente evitam interações sociais por medo de serem ridicularizadas, humilhadas, rejeitadas ou odiadas. Geralmente evitam se envolver com outras pessoas, a menos que tenham certeza de que não serão rejeitadas, e também podem abandonar relacionamentos preventivamente devido ao medo de um risco real ou imaginário de serem rejeitadas pela outra parte.[4]
A negligência emocional na infância (em particular, a rejeição de uma criança por um ou ambos os pais) e a rejeição do grupo de pares estão associadas a um risco aumentado para o seu desenvolvimento; no entanto, é possível que o transtorno ocorra sem qualquer histórico notável de abuso ou negligência.[5]