Neste artigo vamos explorar a vida fascinante de Vírgula, um indivíduo que deixou sua marca ao longo da história. Desde suas origens humildes até suas realizações mais notáveis, Vírgula tem sido uma figura influente em sua área. Através de uma análise detalhada da sua carreira, descobriremos as razões do seu sucesso e o impacto que teve no mundo que o rodeia. Com uma análise aprofundada de suas experiências, conquistas e desafios, esperamos esclarecer a importância de Vírgula e seu legado duradouro.
A vírgula é um sinal de pontuação. Seu nome vem do latim "virgûla-", significando varinha, pequeno traço ou linha, tendo o termo sido dicionarizado pela primeira vez em Morais (2.ª ed., 1813) (Cunha, Antônio Geraldo da (1986). Dicionário Etmológico Nova Fronteira. Rio de Janeiro: Nova Froteira).
Ao contrário do que se costuma pensar, a vírgula não possui a função de representar pausas na oralidade (pois isso pode ser feito sem o uso da vírgula), mas a função de separar elementos que possuem a mesma função sintática em uma oração ou elementos sintáticos entre diferentes orações, de modo a evitar ambiguidades. Por exemplo, alguém pode realizar uma pausa na seguinte situação: "Eu estava correndo (pausa) e a vi". Esse elemento de pausa na oralidade não permite o uso da vírgula (sendo mais adequado o uso das reticências, neste último caso), pois ela não ocorre antes da conjunção "e", salvo em alguns outros casos.[1]
A utilização da vírgula não obedece as regras absolutas (existem casos debatidos entre os especialistas em gramática) pelo qual as regras aqui expostas são um resumo do que o uso geral vem carregando a frase do verbo nominal (formal):[2]
Uma vírgula (ou a falta dela) pode alterar completamente o significado da frase.
A primeira frase implica que Maria, José e o Sweetie foram passear, e a segunda que José Maria saiu sozinho com o Sweetie para passear.